04 agosto, 2020
Como deixámos as chupetas!
21 dezembro, 2019
C. em 2019
M. em 2019
E acabou o ano com uma varicela.
Felizmente todo o restante ano não teve nenhuma outra ocasião a registar.
Está super explicada. Com uma gaguez ligeira (acho que só eu é que noto...) de quem quer falar e de a quem as ideias ultrapassam a capacidade de articular as palavras entre a boca e os dentes.
É organizada das ideias.
Precisa de ser organizada. Gosta de perceber a lógica das coisas e das pessoas.
Começou com 2 anos e 7meses a perguntar o porquê das coisas. Quer entender.
Não basta a esta menina uma justificação qualquer. A ordem é tranquilizadora para ela.
Gosta, às vezes de forma interesseira, de nos organizar a todos lá em casa. Mas nem sempre pode ser. E chora. E não entende. Mas faço o meu melhor por me desdobrar em explicações. E na verdade.
[Custa-me muito ver pais que não explicam as coisas aos filhos. E ver filhos que não se interessam na vida. Não questionam, não se envolvem. Miúdos que choram sem ninguém lhes ensinar outra resposta.]
Mas confia em nós. E é muito brincalhona. Saltitona. Muito física e muito dedicada às suas tarefas de brincar. Gosta que as coisas sejam todas. Sejam inteiras e verdadeiras. Gosta de envolver todos.
É muito cantora e dançarina.
É uma miúda muito gira. Vaidosa. É um tudo em rosa. Do laço às meias e aos sapatos. Quer TUDO em rosa. Ás vezes lá se consegue e é mesmo em bom.
Tudo para ela é rosa.
O bebé é rosa, os ó-ós são rosa. Todas as roupas dela são as rosa (sempre que há em dois tons, para ela e para a C.).
Mas ao mesmo tempo, prefere o Marshal à Skye. A miúda é de ideias fixas.
Adora o Daniel Tigre.
Gosta da escola e adora a natação, menos quando tem que mergulhar.
Está na fase da minnie, e das princesas, e de brincar às mamãs e aos papás. Gosta muito do faz-de-conta, e é muito engraçada na atribuição destes papéis.
É quando vejo que estamos a fazer um bom trabalho.
Mas também repete as asneiras que ouve ocasionalmente. Morro de vergonha e nem sei como agir. Felizmente só o fez ainda num circulo fechado. Deus queira que se resolva entretanto...
Aprendeu rápido as músicas do natal. Mas felizmente ainda não apanharam a compreensão consumista desta fase.
Quando pergunto o que quer para o natal, quer uma saia rosa. Para a carlota uma saia amarela. E um telefone para a mamã. (não sei onde foi buscar isto! não preciso de um telefone...)
É muito mamã, e colinho e mimos. Gosta muito de interagir comigo. Da minha presença. De me ajudar a fazer tudo. De fazer parte da vida.
É uma miúda cheia de Vida. Cheia de todos os que fazem parte dela. Delira com os primos e com as pessoas mais próximas.
E eu adoro-a.
Ainda não sei como vai fazer 3 anos. É o meu bebé. E vê-la crescer é a melhor parte da minha vida.
08 novembro, 2019
sobre ser mãe de gémeos I
02 setembro, 2019
C. aos 2 anos e 7meses
É uma miúda incrível!!
Sabe-se toda. É uma safada dissimulada sabem?
Um anjinho que a faz pela calada... Nunca me enganou. Aliás sai toda à mãe.
Tanto é uma acérrima protetora da irmã, como lhe rouba os chocolates pela calada.
Desarma qualquer um. Sabe bem o que quer. É a nossa cantora de eleição. Canta e toca qualquer coisa.
Senhora do seu nariz. Em casa está mais na dela, socialmente é uma bomba! A C. é mais dada não é?? Hmm.... Nem por isso... Mas com estranhos está na maior!
Uma peça!
M. aos 2 anos e 7 meses
Estas miúdas passaram o Verão rodeadas de família e amor... E estão numa fase incrível!
Então a nossa M. está assim:
- se não concorda pergunta Porquê mamã?
- se ainda assim não está feliz com a resposta diz "mas eu..."
- no dia 31 de agosto pelas 21hr disse, não quero fralda. E desde aí não pôs mais nenhuma. Desfralde? Qual desfralde?
- hoje ainda se saiu com uma... Quando lhe perguntei se a bolacha estava boa, ela responde... Hmmm mais ou menos.
E é isto antes de 3 anos senhores...
Sabem tudo da nossa vida!! 😊
28 fevereiro, 2019
Atualização da tala
Já vamos com mais de 2 semanas de tala e ela ainda se aguenta.
Não vou dizer que tem sido fácil. Principalmente para ela.
Já sabe que vai tirar a tala ao hospital, e quando perguntamos o que quer fazer quando tirar a tala diz "correr".
Diz com frequência " A M. não consegue andar" (principalmente quando me vê montar o carrinho para sairmos de casa, ou quando a ponho e tiro do carro). E eu digo, mas é só mais uns dias. (Dias... que termo mais abstrato para uma criança de 2 anos... mas como explicar?).
Digo que depois vamos à médica, que ela sabe tirar a tala e que depois pode andar.
Também gosta muito de mostrar que tem uma "perna boa". Um amor.
Mexe-se com bastante à vontade. Deve sentir-se bastante frustrada, de não conseguir explorar o mundo como fazia, mas não o mostra.
Tento ter toda a paciência do mundo quando pede colo para andar a ver as mesas e prateleiras e mexer em todo o lado... mas não é fácil.
Já estamos umas pró em banhos! É só por película aderente em toda a perna. Saco de lixo por cima, atado levemente com elástico do cabelo. Não entra nem uma gota :)
Toma banho de chuveiro, e apesar de não ter gostado das primeiras vezes, agora já está completamente à vontade.
Acho que lhe custa não por sapatos. Há dias em que ainda lhe calço um sapato. Mas para se arrastar no chão, a melhor opção ainda são as meias antiderrapantes (para as quais atualizei o stock - benditos saldos!).
O resto tento fazer com que se sinta normal em todo o lado. Começar a ir a escola ajudou muito - ficou em casa na primeira semana.
Quando vamos ao parque tiro-a do carrinho e ando com ela ao colo para ela explorar os baloiços e a casinha. Tiro-a do carrinho sempre que possível.
A C. nem sempre é a pessoa mais colaborativa, pedindo colo quando pego na irmã, ou não percebendo que não pode ir no carrinho da irmã (porque não quer andar no carrinho de gémeos). Se ando com a M. no carrinho bengala, ela acha que eu deveria levar um carrinho bengala para cada uma... Coragem!
Lá lhe explico que me pode ajudar a empurrar o carrinho, que lhe posso dar a mão, e que ela pode andar, e a M. não...
Mas não sabe viver sem ela...
E já temos data para tirar a tala, ou seja, data para nova consulta de ortopedia, novos raio-x, e esperemos, a retirada da tala sem quais quer consequências - 7 de março! 3 semanas e 3 dias de tala.
27 fevereiro, 2019
O que não mata, mas mói...
Se estamos a fazer um bom trabalho, se estamos a preparar bem o futuro, se estamos a acautelar todos os perigos.
Início hoje o que espero venham a ser um pouco das minhas reflexões sobre a parentalidade. Essa coisa que não nos mata, mas que mói.
(não espero que os posts sejam todos assim pesados... às vezes só ideias, às vezes umas dúvidas...)
Mói muito...
Dou por mim na rua a olhar para outras pessoas, e a pensar como criam os filhos. Como se organizam? Como tomam as suas decisões? Se estarão tranquilas com as suas decisões?
Se as minhas opções serão mais seguras que as delas?
Grrr... já sei que cada realidade é uma, e que cada um de nós se deve organizar e gerir dentro de cada realidade.
Mas enquanto mãe, e estando neste momento sozinha, dou por mim a pensar muitas vezes que raio de coisa estou a construir.
A Pediatra dizia-me noutro dia, que devemos acautelar o facto de, por estarmos divorciados, devermos ter cuidado com a sobreproteção das crianças. E ela tem toda a razão.
Como não as vejo todos os dias, tenho tendência a valorizar mais, mimar mais, proteger de mais. Fico a pensar se isso será uma coisa má... Não tenho uma resposta.
Sei que é do caraças para a minha organização pessoal, profissional e afectiva. É o que me custa mais. Não as ter todos os dias para mim.
Viver as suas dores e alegrias todos os dias foi aquilo para que me alistei quando decidi ser mãe. Dou por mim a pensar se sou menos mãe por isso.
Com certeza não me preocupo menos!! Só se for mais... constantemente agarrada ao telefone para saber se estão bem.
Quando irá parar este questionamento:
estou a fazer a diversificação alimentar de forma correta?
Devia dar-lhes ostras (exemplo super parvo ok.. só para perceberem!)
Devia comprar mais puzzles e jogos complexos?
Devia fazer outras brincadeiras?
Devia cortar radicalmente com a tv?
Devia ser menos rigida com as sestas e hora de ir dormir? Ou devia ser mais rigida? (miudos na cama as 21:00 é algo que ainda não consegui fazer!)
Como é que eu sei se estou a fazer as coisas certas?!
E, como lidar com as perguntas sobre a separação? Da parte delas é claro. Já perguntam, com frequência: "Hoje mamã?" Para confirmar se vão ficar comigo nesse dia, ou se irão estar com o pai. E como saber se estão a crescer seguras neste ambiente partilhado? (será que escolhemos o esquema certo para esta idade?)
Faço os meus possíveis para explicar tudo, e integrar a figura paterna nas rotinas, sempre que relevante. Converso e explico bastante.
Mas dado que só têm 2 anos, será que estão a crescer seguras? Confiantes?
Verdade que elas já conhecem esta realidade desde os 8 meses... mas não posso deixar de me questionar.
Não tenho respostas.
Talvez vá tendo ao longo do tempo.
Sintam-se livres de comentar, e/ou de se juntar a mim nestas deambulações.
14 fevereiro, 2019
Pá p#*?%&&! que o P&%$#$
Não é melodramático nem porque é que isto me acontece só a mim!!
Mas não é que a minha mais querida M. de seus 2 anos e 1 mês me foi partir o perónio!!! O perónio! Osso da perna, neste caso a esquerda, mesmo junto ao calcanhar.
Não é bem partido, disse a médica, é uma físsura. FISSURA!! Como se isso nos evitasse a tala de 3 semanas, uma gémea sem poder andar ou pôr-se em pé... Deslocar-se. COM 2 ANOS!!! E a minha miúda mais eléctrica e mamãdependente....
Voltamos ao colo e ao carrinho.
Começamos com as explicações (a ela e a todos os outros), e os banhos ginasticados.
CORAGEM AMIGOS!!!
Para além de toda a logística já existente com gémeos, moro num duplex, elas andam numa creche, e eu e o pai estamos separados. Ah! E é inverno, pelo que toca de agasalhar a criança.
Pronto.
Agora vou parar com o drama, e passar às explicações.
Corria o belo dia 11 de fevereiro de 2019, logo após o almoço, a M. quis ir buscar um ó-ó ao quarto, pelo que subiu e desceu as escadas, devidamente acompanhada pela nossa Cristina. Ao descer o último degrau, fez uma cara de susto e começou a chorar. Diz que doía a por o pé no chão.
Achei que era sono a mais, e algum mimo - estavam em casa numa segunda feira porque a C. tinha febre, e estavam as duas com muita tosse e ranho.
Dormida a sesta, a M. estava bem disposta, mas continuava a recusar por o pé no chão. Brincava, comia, estava em pé, parada, mas andar nada. Não chorava, mas dizia doi-doi.
Pronto, depois de sair do médico (CPJC) com a C., fui para o Pediátrico... 4 horas de espera, e 2 horas de exames, e saimos com este belo diagnóstico.
E querem saber? Estou orgulhosa da minha M. Mas mesmo muito orgulhosa... Ela tem lidado super bem com a situação.
Uma menina feliz, brincalhona. Que só me parte o coração quando diz "A M. não consegue andar" e eu respondo, pois não, mas é só uns dias, até passar.
Muito raramente lá sai um "Tira mamã" a apontar para a tala... lá lhe explico que não sei tirar. Tem que ser a médica no hospital. E ela volta ao seu estado feliz. Gosta muito de mexer na perna saudável, e de nos mostrar como está funcional essa sua perna! Como aquela funciona.
Arranjamos-lhe calças, e umas meias mais grossas, antiderrapantes, com minnies, e brilhantes, e ela anda feliz.
Estou tão orgulhosa dela. Como é ela que ainda nos ensina a lidar bem com tudo isto.
Pede colo para tudo (como não podia deixar de ser), mas aceita lindamente andar no carrinho, e esperar que a vamos buscar,. E dorme lindamente na caminha dela. Um orgulho mesmo.
Depois temos a gémea C. que está de longe a observar tudo... e anda intratável e impossível de aturar. Birras para tudo, a entrar em conflito com a irmã muitas vezes, a querer tudo o que a irmã tem...
Não é possível estar sozinha com as duas. É um desespero mesmo!!
Alguém que tenha passado pelo mesmo?
Alguma dica?
Espero que seja só estes primeiros dias... vou desesperar com esta logistica, e uma gémea tão difícil neste momento...
17 dezembro, 2018
M. 23 meses
Uma menina despachada, um furacãozinho dos bons.
Começou a andar aos 16 meses, sendo que sempre gatinhou tudo com rapidez.Adora tretar a bancos e cadeiras, e foi a primeira a por-se em pé na cama, e na cadeira de comer. É ágil, e gosta muito de dançar.
Qualquer música dá!
Subir e descer escadas "a pé" são o desafio do momento, e gosta de fazer tudo "sozinha".
Ultimamente adora falar ao telefone. e imitar tudo o que faço no telefone.
É arrumada, organizada, mesmo nas suas brincadeiras. Tudo tem lá a sua maneira de ser. Gosta de ver tudo no seu lugar.
E não é cá nada de texturas estranhas, tanto nas brincadeiras exteriores, como na alimentação.
Dificilmente mete as mãos na lama, ou experimenta algo diferente. É tudo na pontinha dos dedos, ou da língua, e rapidamente diz "tá sujo" ou "não gosta".
É mesmo uma menina linda. Cabelinhos claros, com uns caracolinhos nas pontas, e olhos castanhos escuros. Uma bonequinha.
É magricelas, mas está a ficar maciça.
É fã de leite! Nas comidas, os salgados são o seu forte. Mas é genericamente muito pisca para comer... Fruta passada adora!
Fala pelos cotovelos. Faz frases com muita facilidade. "Tota não empurra mimi" "Anda tota mamã" "Mamã baixo mimi colo". Canta os parabéns e o Naquela linda manhã.
Felizmente a conversar nos entendemos. Percebem tudo o que lhes digo, o que é muito bom.
Gosta de andar a empurrar os andadores aqui por casa, gosta de histórias, e de servir chá. Anda sempre de ganchinho na cabeça. E a sua chupeta e o seu ó-ó são a sua imagem de marca.
Digo que vai controladora de qualidade, pois as fraldas que temos, algumas são de algodão macio, e outras de algodão mais áspero. Não nos podemos enganar na entrega, diz logo "outo ó-ó, êti não".
E tudo "é meu".
Gosta de adormecer ao colo... o que já vem da nossa história de longa data. Mas como agora (desde os 14meses) adormecem deitadas na minha cama, digo-lhe que não sei dar ao colo deitada. Então aninha-se toda a mim, e gosta de festinhas na cabeça.
Mais facilmente acorda de noite, e quer colo (o que acaba por significar ir dormir cmg o retso da noite, sejam 2hr, 3hr ou 6hr), ou quer leitinho (aqui há correlação direta com a qualidade do jantar do dia anterior).
É uma miúda mais reservada. Mas o miminho da mãe. Uma boneca linda. Que não me dá descanso...
quer sempre companhia nas brincadeiras.
O amor da mãe.
10 dezembro, 2018
C. 23 meses
07 dezembro, 2018
8 meses depois.
Muitas vezes me lembro, e muitas vezes me fez falta.
Não refletir melhor, não registar, não partilhar...
Não queria ter outro ano assim... Não aconteceu propriamente nenhuma desgraça. Mas foi um ano de muitas mudanças. Muitas descobertas e aprendizagens...
Entre o meu divórcio (separação desde os 8meses das gémeas), cuidar das gémeas e acompanhar ao máximo o seu crescimento, e sair do meu trabalho de há 9 anos, não sei bem o que foi mais complicado...
Nesta fase sinto-me a pairar/marinar... queria uns dias para o tempo parar e reorganizar ideias.
As meninas estão óptimas! Quase a fazer 2 anos... e quem me dera ter começado a escrever aqui há um mês atrás! Porque agora estamos a entrar na fase das birras e eu nem quero acreditar! Há dias em que dou em doida...
Mas o balanço é só TUDO positivo! Como eu costumo dizer, é sempre a melhorar! Desde que nasceram que é só sempre a crescer esta relação entre nós. Tão boa...
Indescritível. E serem gémeas só acho que melhora tudo. Não consigo imaginar que fosse diferente esta vida...
Quero escrever sobre cada uma, e quero escrever sobre o nosso dia-a-dia.
Vamos a isso!! E voces falem-me :)
30 novembro, 2018
Carta à (filha da) minha médica
PS - Estou por aqui... e espero em breve atualizar mais o espaço. Nem sei por onde começar! O que querem saber?
23 abril, 2018
E o regresso...
Elas passam estes dias com o pai, e depois quando eu regresso é o voltar à nossa casa, aos lugares delas, aos brinquedos, e às rotinas comigo.
Ficam felizes mas em modo dependência-total.
As duas querem a mãe, a toda a hora e para tudo. É bom! Mas altamente cansativo.
A C. das últimas viagens demorou mais de 2 semanas a recuperar... vamos lá ver como corre desta vez. Ela já é sempre muito mãe... mas pronto! Veremos...
Para mim é o matar das saudades, vê-las de repente a parecer duas meninas crescidas, cada vez menos bebés. Parecem que dão pulos cada vez que saio de casa.
Não é o ideal... estar fora tantos dias, mas é a minha vida. E vamos ter que a viver assim as 3. A aceitar e a perceber as necessidades de cada uma.
E eu sei que elas ficam bem quando não estou... simplesmente é tão difícil partir...
19 abril, 2018
being away...
Algumas vezes por ano tenho que me ausentar em trabalho...
Dias (uma semana), seguida fora do país, longe delas.
A pior parte é mesmo o dizer Adeus. Depois é só ser control-freak à distância... e o tempo vai passando, e os que ficam com elas vão tentando manter a rotina do dia-a-dia.
É difícil. E eu adoro viajar, sair, mesmo que em trabalho. Já o faço há 9 anos e por mim é para continuar.
Desde os 5 meses delas que já saí 3 vezes. É duro, não fica muito mais fácil...
Fico a desejar que elas não se ressintam comigo, e que se lembrem de mim.
*Saudades*
12 abril, 2018
Rotinas aos 15meses
Mais engraçadas que nunca.
O trabalho (exigência) não sei... é diferente. Agora querem a nossa presença para se agarrar e começar a andar para todo o lado. Querem brincar, e querem companhia.
Começam a brincar uma com a outra e isso enche-me o coração.
As rotinas de sono estão bem estabelecidas, mas há que ter algum rigor em tudo isto. Não se iludam. Uma sesta inocente de 30 minutos de jantar é a vossa noite arruinada (ou seja, deixam de ter aquele "sossego" entre as 21:00 e a vossa hora de deitar).
A alimentação, que sempre foi um stress para mim, já está cada vez mais próxima de um normal, o que já nos deixa alguma margem nos almoços e jantares fora. Há maior variedade alimentar, embora mantenha os cuidados necessários a esta idade.
Ainda nem se pensa no largar das fraldas, mas já que falamos nisto, já se troca menos vezes de fraldas durante o dia. Agora cada vez mais fã das dodot (azuis e activity) por aguentarem melhor as noites. Mas as do pingo doce também são muito boas para o dia.
Talvez pela alimentação estar a mudar também a C. está menos presa dos intestinos, o que são óptimas notícias.
A creche é nossa amiga em todos estes processos de rotinas. Não há dúvidas...
Assim, um dia normal de creche:
08:00 - Acordar e leitinho na cama ou iogurte
09:30 - Pão ou fruta na creche
11:30 - Almoço: sopa com proteina, 2º prato e fruta (inteira, triturada)
15:30 - Lanche: Iogurte de aromas e Pão OU Papa (alternado)
19:30 - Jantar igual ao almoço
00:00 - Leite
(se jantarem mais tarde ou almoçarem mais tarde, dou pão, bolacha, fruta no entretanto)
Aos 15 meses continuam só e apenas a beber um máximo de 150ml de leite. Nunca consegui que bebessem mais. Agora já não me choca... mas (ver posts dos meses depois de nascerem) já foi um grande stress para mim.
Estão no percentil 10 as duas, e por isso estão bem. Sempre a crescer :)
O leite que nos foi indicado pela pediatra seria um leite adaptado - Leite em Pó nº4, ou então Leite Gordo até aos dois anos. Perguntamos o que era melhor, e a pediatra disse o leite em pó. Então é esse que estão a beber para já. Sem grandes fundamentalismos. Se der jeito beber do nosso leite, já o farão.
Assim, e resumindo, beberam o leite 1 até aos 12 meses, e depois passaram para o leite 4.
Papa agora é mesmo a Cerelac normal (a que se prepara com água).
As sestas. Normalmente só fazem uma sesta por dia, depois do almoço, de cerca de 2:30/3:00. É o suficiente para elas. Ao fim-de-semana faço o mesmo... se bem que como almoçam mais tarde, acabam por vezes por estar mais rabujentas depois na hora de almoço... mas pronto.
Depois dormem bem na mesma :)
E acho que é isto... Como são os vossos? Ou eram nesta idade?
10 abril, 2018
07 abril, 2018
Carrinho!!
Podem ver os motivos da minha escolha aqui: https://ourtechbaby.blogspot.pt/2016/09/carrinhos-de-gemeos-iii-medidas-e.html?m=1
(e ali outros links de outros posts com considerações sobre outros carrinhos)
O nosso carrinho é o iCandy Peach3. E não tem um defeito para lhe pôr. Sim, é caro. Mas o caro que é compensa em comprar apenas 1 carrinho, e não estar sempre a querer trocar de carrinhos como ouço e vejo outras mães de gémeos a querer fazer.
As minhas meninas têm hoje 15 meses (vá... faltam só 3 dias para os 15 meses... não estou assim muito longe!), e usam o mesmo carrinho desde o dia em que vieram para casa.
Ponho o ovo (maxicosi) e dá para sair à rua. Ainda uso os ovos porque são o meio mais seguro de as transportar, e porque a cabeça delas ainda não passa os limites do ovo.
Desde o primeiro dia em casa que usaram as alcofas, e até para aí os 4/5meses, usavam sempre para as sestas.
Inclusivamente cheguei a sair de casa com as duas nas alcofas no carrinho, porque cabiam perfeitamente no elevador!! E elas iam deitadinhas confortáveis, e eu ia apanhar ar, tomar café, e fazer umas comprinhas.
Depois dos 5 meses, e quando começaram a sentar-se, comecei a pô-las nas cadeiras do carrinho. Desde que não fosse andar de carro e não precisasse dos ovinhos, ou então fosse dar passeios maiores, ponho as cadeiras e toca a andar.
Vão felizes e confortáveis.
O carrinho é super compacto. Não é super leve, mas também não é isso que lhes dá estrutura... e eu não ando propriamente com o carrinho na mão. Eu empurro o carrinho... e aí o que pesa são elas ;)
Posso dizer que todos os dias monto e desmonto o carrinho para as levar para a creche, e que funciona impecável.
Inclusivamente já me deram um carrinho lado a lado da chicco, e eu não gosto nada. Super difícil de manobrar, pesado, e largo! Não cabe em lado nenhum.
Eu dei prioridade à minha independência desde o dia 0. E não tenho qualquer dúvida que este carrinho não me deixa ficar mal. Sozinha faço tudo, passo em todo o lado, entro em qualquer elevador, passo em qualquer porta. É o carrinho de um bebé. Dificilmente as pessoas se apercebem que levo comigo 2 bebés... é sempre um fator surpresa :)
Este é o meu ponto de situação, com 15 meses de utilização... mas vou dando notícias :)
(PS - quase parece um post patrocinado!! Só que não.)


