Oh!! Pirosices... mas pirosices do amor!!
10 abril, 2018
07 abril, 2018
Carrinho!!
O nosso carrinho continua a ser o maior e a dar-nos muitas felicidades!!
Podem ver os motivos da minha escolha aqui: https://ourtechbaby.blogspot.pt/2016/09/carrinhos-de-gemeos-iii-medidas-e.html?m=1
(e ali outros links de outros posts com considerações sobre outros carrinhos)
O nosso carrinho é o iCandy Peach3. E não tem um defeito para lhe pôr. Sim, é caro. Mas o caro que é compensa em comprar apenas 1 carrinho, e não estar sempre a querer trocar de carrinhos como ouço e vejo outras mães de gémeos a querer fazer.
As minhas meninas têm hoje 15 meses (vá... faltam só 3 dias para os 15 meses... não estou assim muito longe!), e usam o mesmo carrinho desde o dia em que vieram para casa.
Ponho o ovo (maxicosi) e dá para sair à rua. Ainda uso os ovos porque são o meio mais seguro de as transportar, e porque a cabeça delas ainda não passa os limites do ovo.
Desde o primeiro dia em casa que usaram as alcofas, e até para aí os 4/5meses, usavam sempre para as sestas.
Inclusivamente cheguei a sair de casa com as duas nas alcofas no carrinho, porque cabiam perfeitamente no elevador!! E elas iam deitadinhas confortáveis, e eu ia apanhar ar, tomar café, e fazer umas comprinhas.
Depois dos 5 meses, e quando começaram a sentar-se, comecei a pô-las nas cadeiras do carrinho. Desde que não fosse andar de carro e não precisasse dos ovinhos, ou então fosse dar passeios maiores, ponho as cadeiras e toca a andar.
Vão felizes e confortáveis.
O carrinho é super compacto. Não é super leve, mas também não é isso que lhes dá estrutura... e eu não ando propriamente com o carrinho na mão. Eu empurro o carrinho... e aí o que pesa são elas ;)
Posso dizer que todos os dias monto e desmonto o carrinho para as levar para a creche, e que funciona impecável.
Inclusivamente já me deram um carrinho lado a lado da chicco, e eu não gosto nada. Super difícil de manobrar, pesado, e largo! Não cabe em lado nenhum.
Eu dei prioridade à minha independência desde o dia 0. E não tenho qualquer dúvida que este carrinho não me deixa ficar mal. Sozinha faço tudo, passo em todo o lado, entro em qualquer elevador, passo em qualquer porta. É o carrinho de um bebé. Dificilmente as pessoas se apercebem que levo comigo 2 bebés... é sempre um fator surpresa :)
Este é o meu ponto de situação, com 15 meses de utilização... mas vou dando notícias :)
(PS - quase parece um post patrocinado!! Só que não.)
Podem ver os motivos da minha escolha aqui: https://ourtechbaby.blogspot.pt/2016/09/carrinhos-de-gemeos-iii-medidas-e.html?m=1
(e ali outros links de outros posts com considerações sobre outros carrinhos)
O nosso carrinho é o iCandy Peach3. E não tem um defeito para lhe pôr. Sim, é caro. Mas o caro que é compensa em comprar apenas 1 carrinho, e não estar sempre a querer trocar de carrinhos como ouço e vejo outras mães de gémeos a querer fazer.
As minhas meninas têm hoje 15 meses (vá... faltam só 3 dias para os 15 meses... não estou assim muito longe!), e usam o mesmo carrinho desde o dia em que vieram para casa.
Ponho o ovo (maxicosi) e dá para sair à rua. Ainda uso os ovos porque são o meio mais seguro de as transportar, e porque a cabeça delas ainda não passa os limites do ovo.
Desde o primeiro dia em casa que usaram as alcofas, e até para aí os 4/5meses, usavam sempre para as sestas.
Inclusivamente cheguei a sair de casa com as duas nas alcofas no carrinho, porque cabiam perfeitamente no elevador!! E elas iam deitadinhas confortáveis, e eu ia apanhar ar, tomar café, e fazer umas comprinhas.
Depois dos 5 meses, e quando começaram a sentar-se, comecei a pô-las nas cadeiras do carrinho. Desde que não fosse andar de carro e não precisasse dos ovinhos, ou então fosse dar passeios maiores, ponho as cadeiras e toca a andar.
Vão felizes e confortáveis.
O carrinho é super compacto. Não é super leve, mas também não é isso que lhes dá estrutura... e eu não ando propriamente com o carrinho na mão. Eu empurro o carrinho... e aí o que pesa são elas ;)
Posso dizer que todos os dias monto e desmonto o carrinho para as levar para a creche, e que funciona impecável.
Inclusivamente já me deram um carrinho lado a lado da chicco, e eu não gosto nada. Super difícil de manobrar, pesado, e largo! Não cabe em lado nenhum.
Eu dei prioridade à minha independência desde o dia 0. E não tenho qualquer dúvida que este carrinho não me deixa ficar mal. Sozinha faço tudo, passo em todo o lado, entro em qualquer elevador, passo em qualquer porta. É o carrinho de um bebé. Dificilmente as pessoas se apercebem que levo comigo 2 bebés... é sempre um fator surpresa :)
Este é o meu ponto de situação, com 15 meses de utilização... mas vou dando notícias :)
(PS - quase parece um post patrocinado!! Só que não.)
05 abril, 2018
04 abril, 2018
O amor cresce.
Não imaginava que o amor podia crescer. Ao início imaginava-me com elas pequeninas para sempre. Mas agora vejo a piada que tem vê-las crescer e interagir - C. é bom?, E aquela resposta de abanar a cabeça.... oh meu deus!!
Sempre pensei que crianças com 1 ano já não eram bebés.
Que já teriam rotinas estabelecidas nessa idade. Que o sono era contínuo, que a alimentação era serena... era só ensiná-los a andar. E eu vivi com crianças por perto desde pequena.
Agora rio-me de mim própria.
Ok.. não é clichê. Eles são bebés para sempre. Não há isso de datas certas para nada: nem para comer, nem para andar, nem para ter sonos certos. Há dias. Isso sim. Dias bons e dias menos bons. Há dias em que estão doentes, e há dias terríveis.
Eles têm o seu próprio ritmo.
E eu com dois bebés gémeos vejo exatamente isso. E como são diferentes desde que nasceram... (basta ver os posts para trás). Não interessa se nasceram da mesma barriga, no mesmo dia, se comem a mesma coisa, se têm os mesmos pais, e o mesmo ritmo...
Os cuidados continuam a ser os mesmos, e as preocupações também. Já me imagino com elas com 10 anos e eu a stressar a pensar se comeram e se têm fome.
Acho que quando nasce uma mãe, fica formatada para estes pensamentos...
Mesmo sabendo que eles estão bem.
Nada a fazer! Elas crescem, e nós também.
Nós aprendemos a ser mais práticos, mais resilientes, mais relaxados, a tentar aproveitar o melhor.
E eles aprendem a dar-nos a volta. (e a ser fofos!!)
02 abril, 2018
E aos 14 meses e meio...
... posso dizer que a minha M. deixou os biberões a meio da noite!
[palmadinhas nas costas para mim]
Estive à espera para ver se era um anúncio sólido.... mas parece que sim!
Já desde os ultimos dias com 13 meses que começou a dormir seguido.
Ainda dou (às duas) leite à meia-noite. Mas elas bebem a dormir.
Dormem desde as 21:30 até mais ou menos às 08:00.
Weeeee :)
[palmadinhas nas costas para mim]
Estive à espera para ver se era um anúncio sólido.... mas parece que sim!
Já desde os ultimos dias com 13 meses que começou a dormir seguido.
Ainda dou (às duas) leite à meia-noite. Mas elas bebem a dormir.
Dormem desde as 21:30 até mais ou menos às 08:00.
Weeeee :)
01 abril, 2018
31 março, 2018
29 março, 2018
Vida Real.
E depois há dias como ontem e hoje.
Adormeci exausta no sofá depois de as deitar (22:30 quando a minha rebeldinha lá adormeceu). Acordei às 04:30 com um gemido... Alguém não tinha bebido o seu leitinho à meia noite.
Dei o leite, e refugiei-me na minha cama.
Acordei novamente às 08:00 (e o despertador?!) com a C. a começar a refilar.
Em teoria devo sair de casa às 08:30 para conseguir estar às 09:00 no trabalho...
A correr, sem banho, sem demoras, conseguimos sair de casa às 08:45.
Às 9:10 estava ao serviço.
E a vida corre...
Adormeci exausta no sofá depois de as deitar (22:30 quando a minha rebeldinha lá adormeceu). Acordei às 04:30 com um gemido... Alguém não tinha bebido o seu leitinho à meia noite.
Dei o leite, e refugiei-me na minha cama.
Acordei novamente às 08:00 (e o despertador?!) com a C. a começar a refilar.
Em teoria devo sair de casa às 08:30 para conseguir estar às 09:00 no trabalho...
A correr, sem banho, sem demoras, conseguimos sair de casa às 08:45.
Às 9:10 estava ao serviço.
E a vida corre...
O Berçário.
Olhar de desconfiança. Olhar trágico.
Esgar de sorriso de lado.
"Tem que ser não é?"; "Com esta idade?"; "Vão ficar bem."; "Vai ser mais difícil para ti do que para elas".
(notas do que uma mãe ouve e passa quando as filhas vão para a Creche aos 8 meses)
-----------
Primeiro que tudo - arranjar lugar para 2 meninas gémeas numa creche que é IPSS é logo motivo de Prémio Mãe do Ano!!
Só isto é significado de atenção, preocupação, gestão, e dedicação pura às nossas crianças.
Ainda elas estavam na minha barriga, com cerca de 22 semanas, e já estavam inscritas em várias IPSS... não fosse o diabo tecê-las. E posso dizer-vos que foi por pouco, e lá conseguimos vaga numa das mais conceituadas creches da cidade.
Beijinho no ombro! ;)
Segundo - meus caros... quem me conhece (e me segue) sabe que eu nasci para isto de ser mãe. Eu adoro crianças, adoro a ideia de mimar, educar, ensinar, acompanhar, brincar, crescer, e criar laços. Isto sou eu.
Mas não invalida que a vida não me seja igualmente satisfatória noutros campos, e nos quais eu não vou deixar de investir: sejam eles família, amor romântico (embora nessa área a coisa esteja parada); trabalho (muiiiiiittttoooooo), amigos, culinária e viagens.
E ser mãe também é deixá-los aprender, crescer e socializar. Não estou a abandonar as crianças, nem a deixá-las mal. Estariam melhor comigo?? Eu acho que não. Para uma mãe se sentir completa, precisa de outras componentes da vida satisfeitas. Acredito que sou melhor mãe se me sentir realizada noutras àreas da vida pessoal.
Terceiro - Adorei estar com as minhas filhas durante 8 meses em casa a tempo inteiro (vé... lá ir tomar um café com amigas, jantar ou ir à manicure de vez em quando também foi bom!). Mas se soubesse o que sei hoje, ainda tinha aproveitado os 30 dias que já não gozei da Licença Parental Alargada. Nem percebo como não se aproveita este tempo, Tenho que dizer que como as minhas nasceram em janeiro, e entraram para a creche em Setembro, foi ouro sobre azul poder usar destas licenças todas. Mas como digo, teria ficado o mês todo de setembro em casa, se não tivesse sido burra (pressionada para voltar ao trabalho...).
Quarto - Não, elas não vão apanhar todas as doenças do mercado. Claro que depende de bebé para bebé... mas as minhas filhas não passam a vida em casa. Aliás, conto pelos dedos de uma mão as vezes que ficaram em casa... A maior parte das vezes porque temos felizmente a Cristina que pode ficar com elas, e ficam por excesso de zelo da mãe (e da avó), e para recuperarem a 100% da tosse ou do ranho. Virus que eu tenha identificado que apanhassem da escola (que implicasse febre e ficar em casa), acho que foi só um. E elas já estão na creche há 7 meses.
Quinto - Descobrimos pessoas maravilhosas. Temos prendas dos meninos no natal e em dias festivos. Descobrimos outros pais com as mesmas dúvidas que nós, mas também com as mesmas necessidades.
Sexto e último - Não se desenganem... vão andar a contar os minutos para os ir buscar. E cada minuto que passa da hora em que previram ir buscá-los, vão parecer facadas no coração. Mas depois tudo passa...
Vão aprender mais sobre eles, e sobre vocês próprios.
Esgar de sorriso de lado.
"Tem que ser não é?"; "Com esta idade?"; "Vão ficar bem."; "Vai ser mais difícil para ti do que para elas".
(notas do que uma mãe ouve e passa quando as filhas vão para a Creche aos 8 meses)
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Primeiro que tudo - arranjar lugar para 2 meninas gémeas numa creche que é IPSS é logo motivo de Prémio Mãe do Ano!!
Só isto é significado de atenção, preocupação, gestão, e dedicação pura às nossas crianças.
Ainda elas estavam na minha barriga, com cerca de 22 semanas, e já estavam inscritas em várias IPSS... não fosse o diabo tecê-las. E posso dizer-vos que foi por pouco, e lá conseguimos vaga numa das mais conceituadas creches da cidade.
Beijinho no ombro! ;)
Segundo - meus caros... quem me conhece (e me segue) sabe que eu nasci para isto de ser mãe. Eu adoro crianças, adoro a ideia de mimar, educar, ensinar, acompanhar, brincar, crescer, e criar laços. Isto sou eu.
Mas não invalida que a vida não me seja igualmente satisfatória noutros campos, e nos quais eu não vou deixar de investir: sejam eles família, amor romântico (embora nessa área a coisa esteja parada); trabalho (muiiiiiittttoooooo), amigos, culinária e viagens.
E ser mãe também é deixá-los aprender, crescer e socializar. Não estou a abandonar as crianças, nem a deixá-las mal. Estariam melhor comigo?? Eu acho que não. Para uma mãe se sentir completa, precisa de outras componentes da vida satisfeitas. Acredito que sou melhor mãe se me sentir realizada noutras àreas da vida pessoal.
Terceiro - Adorei estar com as minhas filhas durante 8 meses em casa a tempo inteiro (vé... lá ir tomar um café com amigas, jantar ou ir à manicure de vez em quando também foi bom!). Mas se soubesse o que sei hoje, ainda tinha aproveitado os 30 dias que já não gozei da Licença Parental Alargada. Nem percebo como não se aproveita este tempo, Tenho que dizer que como as minhas nasceram em janeiro, e entraram para a creche em Setembro, foi ouro sobre azul poder usar destas licenças todas. Mas como digo, teria ficado o mês todo de setembro em casa, se não tivesse sido burra (pressionada para voltar ao trabalho...).
Quarto - Não, elas não vão apanhar todas as doenças do mercado. Claro que depende de bebé para bebé... mas as minhas filhas não passam a vida em casa. Aliás, conto pelos dedos de uma mão as vezes que ficaram em casa... A maior parte das vezes porque temos felizmente a Cristina que pode ficar com elas, e ficam por excesso de zelo da mãe (e da avó), e para recuperarem a 100% da tosse ou do ranho. Virus que eu tenha identificado que apanhassem da escola (que implicasse febre e ficar em casa), acho que foi só um. E elas já estão na creche há 7 meses.
Quinto - Descobrimos pessoas maravilhosas. Temos prendas dos meninos no natal e em dias festivos. Descobrimos outros pais com as mesmas dúvidas que nós, mas também com as mesmas necessidades.
Sexto e último - Não se desenganem... vão andar a contar os minutos para os ir buscar. E cada minuto que passa da hora em que previram ir buscá-los, vão parecer facadas no coração. Mas depois tudo passa...
Vão aprender mais sobre eles, e sobre vocês próprios.
28 março, 2018
Elas! (quase 15meses)
Tenho estado ausente mas nem por isso menoa ativa na maternidade!
Aliás, muito muito ativa!!
Fico espantada com as competências que as meninas ganham de dia para dia... Estão tão crescidas!!
A M. sempre mais despachada! Quase já anda. Agarrada a tudo, gatinha com imensa rapidez, põe-se de pé sem apoio, equilibra-se bem de joelhos. E está super engraçada. É uma bebé com piada! Super bem disposta, desafia-nos sempre para brincar e ri-se às bandeiras despregadas com qualquer parvoíce.
É muito exigente. Continua a ser mais difícil para adormecer. Mas já dorme até às 06:00/07:00 sem problemas! Só com o leitinho à meia noite que bebe sem acordar.
A C. é mais um bebé miminhos. Quer colo, é mãe-dependente. É um docinho de meiga. Com toda a gente, e em especial com a M.
Na rua faz as delícias de todas as pessoas com um sorriso e um olá muito fáceis. Come super bem e é uma delícia para adormecer.
Adora uns bons miminhos e quando se ri às gargalhadas é de derreter qualquer presente!
Juntas enchem-me o coração.
Não vivo para elas, e a minha vida tem sentido para além da maternidade. Mas não haja dúvidas que são o meu mais-que-tudo, a minha prioridade acima de todas as coisas, o meu amor maior (e o mais pequenino também).
Dão trabalho, esgotam-me as pernas, os braços, a carteira e a cabeça. Mas não queria viver sem elas nem um segundo.
São a melhor parte do meu dia.
Aliás, muito muito ativa!!
Fico espantada com as competências que as meninas ganham de dia para dia... Estão tão crescidas!!
A M. sempre mais despachada! Quase já anda. Agarrada a tudo, gatinha com imensa rapidez, põe-se de pé sem apoio, equilibra-se bem de joelhos. E está super engraçada. É uma bebé com piada! Super bem disposta, desafia-nos sempre para brincar e ri-se às bandeiras despregadas com qualquer parvoíce.
É muito exigente. Continua a ser mais difícil para adormecer. Mas já dorme até às 06:00/07:00 sem problemas! Só com o leitinho à meia noite que bebe sem acordar.
A C. é mais um bebé miminhos. Quer colo, é mãe-dependente. É um docinho de meiga. Com toda a gente, e em especial com a M.
Na rua faz as delícias de todas as pessoas com um sorriso e um olá muito fáceis. Come super bem e é uma delícia para adormecer.
Adora uns bons miminhos e quando se ri às gargalhadas é de derreter qualquer presente!
Juntas enchem-me o coração.
Não vivo para elas, e a minha vida tem sentido para além da maternidade. Mas não haja dúvidas que são o meu mais-que-tudo, a minha prioridade acima de todas as coisas, o meu amor maior (e o mais pequenino também).
Dão trabalho, esgotam-me as pernas, os braços, a carteira e a cabeça. Mas não queria viver sem elas nem um segundo.
São a melhor parte do meu dia.
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