...é tão bom e tão confuso!
Elas passam estes dias com o pai, e depois quando eu regresso é o voltar à nossa casa, aos lugares delas, aos brinquedos, e às rotinas comigo.
Ficam felizes mas em modo dependência-total.
As duas querem a mãe, a toda a hora e para tudo. É bom! Mas altamente cansativo.
A C. das últimas viagens demorou mais de 2 semanas a recuperar... vamos lá ver como corre desta vez. Ela já é sempre muito mãe... mas pronto! Veremos...
Para mim é o matar das saudades, vê-las de repente a parecer duas meninas crescidas, cada vez menos bebés. Parecem que dão pulos cada vez que saio de casa.
Não é o ideal... estar fora tantos dias, mas é a minha vida. E vamos ter que a viver assim as 3. A aceitar e a perceber as necessidades de cada uma.
E eu sei que elas ficam bem quando não estou... simplesmente é tão difícil partir...
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23 abril, 2018
19 abril, 2018
being away...
Algumas vezes por ano tenho que me ausentar em trabalho...
Dias (uma semana), seguida fora do país, longe delas.
A pior parte é mesmo o dizer Adeus. Depois é só ser control-freak à distância... e o tempo vai passando, e os que ficam com elas vão tentando manter a rotina do dia-a-dia.
É difícil. E eu adoro viajar, sair, mesmo que em trabalho. Já o faço há 9 anos e por mim é para continuar.
Desde os 5 meses delas que já saí 3 vezes. É duro, não fica muito mais fácil...
Fico a desejar que elas não se ressintam comigo, e que se lembrem de mim.
*Saudades*
04 abril, 2018
O amor cresce.
Não imaginava que o amor podia crescer. Ao início imaginava-me com elas pequeninas para sempre. Mas agora vejo a piada que tem vê-las crescer e interagir - C. é bom?, E aquela resposta de abanar a cabeça.... oh meu deus!!
Sempre pensei que crianças com 1 ano já não eram bebés.
Que já teriam rotinas estabelecidas nessa idade. Que o sono era contínuo, que a alimentação era serena... era só ensiná-los a andar. E eu vivi com crianças por perto desde pequena.
Agora rio-me de mim própria.
Ok.. não é clichê. Eles são bebés para sempre. Não há isso de datas certas para nada: nem para comer, nem para andar, nem para ter sonos certos. Há dias. Isso sim. Dias bons e dias menos bons. Há dias em que estão doentes, e há dias terríveis.
Eles têm o seu próprio ritmo.
E eu com dois bebés gémeos vejo exatamente isso. E como são diferentes desde que nasceram... (basta ver os posts para trás). Não interessa se nasceram da mesma barriga, no mesmo dia, se comem a mesma coisa, se têm os mesmos pais, e o mesmo ritmo...
Os cuidados continuam a ser os mesmos, e as preocupações também. Já me imagino com elas com 10 anos e eu a stressar a pensar se comeram e se têm fome.
Acho que quando nasce uma mãe, fica formatada para estes pensamentos...
Mesmo sabendo que eles estão bem.
Nada a fazer! Elas crescem, e nós também.
Nós aprendemos a ser mais práticos, mais resilientes, mais relaxados, a tentar aproveitar o melhor.
E eles aprendem a dar-nos a volta. (e a ser fofos!!)
01 abril, 2018
29 março, 2018
Vida Real.
E depois há dias como ontem e hoje.
Adormeci exausta no sofá depois de as deitar (22:30 quando a minha rebeldinha lá adormeceu). Acordei às 04:30 com um gemido... Alguém não tinha bebido o seu leitinho à meia noite.
Dei o leite, e refugiei-me na minha cama.
Acordei novamente às 08:00 (e o despertador?!) com a C. a começar a refilar.
Em teoria devo sair de casa às 08:30 para conseguir estar às 09:00 no trabalho...
A correr, sem banho, sem demoras, conseguimos sair de casa às 08:45.
Às 9:10 estava ao serviço.
E a vida corre...
Adormeci exausta no sofá depois de as deitar (22:30 quando a minha rebeldinha lá adormeceu). Acordei às 04:30 com um gemido... Alguém não tinha bebido o seu leitinho à meia noite.
Dei o leite, e refugiei-me na minha cama.
Acordei novamente às 08:00 (e o despertador?!) com a C. a começar a refilar.
Em teoria devo sair de casa às 08:30 para conseguir estar às 09:00 no trabalho...
A correr, sem banho, sem demoras, conseguimos sair de casa às 08:45.
Às 9:10 estava ao serviço.
E a vida corre...
28 março, 2018
Elas! (quase 15meses)
Tenho estado ausente mas nem por isso menoa ativa na maternidade!
Aliás, muito muito ativa!!
Fico espantada com as competências que as meninas ganham de dia para dia... Estão tão crescidas!!
A M. sempre mais despachada! Quase já anda. Agarrada a tudo, gatinha com imensa rapidez, põe-se de pé sem apoio, equilibra-se bem de joelhos. E está super engraçada. É uma bebé com piada! Super bem disposta, desafia-nos sempre para brincar e ri-se às bandeiras despregadas com qualquer parvoíce.
É muito exigente. Continua a ser mais difícil para adormecer. Mas já dorme até às 06:00/07:00 sem problemas! Só com o leitinho à meia noite que bebe sem acordar.
A C. é mais um bebé miminhos. Quer colo, é mãe-dependente. É um docinho de meiga. Com toda a gente, e em especial com a M.
Na rua faz as delícias de todas as pessoas com um sorriso e um olá muito fáceis. Come super bem e é uma delícia para adormecer.
Adora uns bons miminhos e quando se ri às gargalhadas é de derreter qualquer presente!
Juntas enchem-me o coração.
Não vivo para elas, e a minha vida tem sentido para além da maternidade. Mas não haja dúvidas que são o meu mais-que-tudo, a minha prioridade acima de todas as coisas, o meu amor maior (e o mais pequenino também).
Dão trabalho, esgotam-me as pernas, os braços, a carteira e a cabeça. Mas não queria viver sem elas nem um segundo.
São a melhor parte do meu dia.
Aliás, muito muito ativa!!
Fico espantada com as competências que as meninas ganham de dia para dia... Estão tão crescidas!!
A M. sempre mais despachada! Quase já anda. Agarrada a tudo, gatinha com imensa rapidez, põe-se de pé sem apoio, equilibra-se bem de joelhos. E está super engraçada. É uma bebé com piada! Super bem disposta, desafia-nos sempre para brincar e ri-se às bandeiras despregadas com qualquer parvoíce.
É muito exigente. Continua a ser mais difícil para adormecer. Mas já dorme até às 06:00/07:00 sem problemas! Só com o leitinho à meia noite que bebe sem acordar.
A C. é mais um bebé miminhos. Quer colo, é mãe-dependente. É um docinho de meiga. Com toda a gente, e em especial com a M.
Na rua faz as delícias de todas as pessoas com um sorriso e um olá muito fáceis. Come super bem e é uma delícia para adormecer.
Adora uns bons miminhos e quando se ri às gargalhadas é de derreter qualquer presente!
Juntas enchem-me o coração.
Não vivo para elas, e a minha vida tem sentido para além da maternidade. Mas não haja dúvidas que são o meu mais-que-tudo, a minha prioridade acima de todas as coisas, o meu amor maior (e o mais pequenino também).
Dão trabalho, esgotam-me as pernas, os braços, a carteira e a cabeça. Mas não queria viver sem elas nem um segundo.
São a melhor parte do meu dia.
26 março, 2018
10 dezembro, 2017
11 meses, e 6 anos.
Este é a modos que um dia estranho.
Vocês fazem hoje 11 meses, um marco histórico para mim. Como é possível que já tenham 11 meses??
Para mim são uns bebés. Ainda agora nasceram. E a verdade é que já tanto se passou.
Hoje também eu e o vosso pai fazemos (ainda!...) 6 anos de casados. Não sei se faremos mais, ou se faremos de facto muitos mais. São crises. São momentos.
Passamos tanto. Eu e ele. Eu. Eu e vocês.
É um dia estranho... não sei o que pensar. O que podem ter a certeza é que ambos seremos sempre vossos pais. E que voces serão nossas para sempre.
Vocês fazem hoje 11 meses, um marco histórico para mim. Como é possível que já tenham 11 meses??
Para mim são uns bebés. Ainda agora nasceram. E a verdade é que já tanto se passou.
Hoje também eu e o vosso pai fazemos (ainda!...) 6 anos de casados. Não sei se faremos mais, ou se faremos de facto muitos mais. São crises. São momentos.
Passamos tanto. Eu e ele. Eu. Eu e vocês.
É um dia estranho... não sei o que pensar. O que podem ter a certeza é que ambos seremos sempre vossos pais. E que voces serão nossas para sempre.
Carta à M. 11 meses
Meu furacãozinho da mãe.
Estás uma menina super mexida e despachada. Ainda antes da tua irmã te nasceu o 1º dente - 21 de novembro 2017.
Já não te consigo vestir nem mudar a fralda sem que te mexas 50 vezes. Tens imensas cócegas e é tão fácil brincar contigo.
És esperta que nem quê, e super aventureira e destemida. Achas imensa graça às situações com suspense, e ris imenso!!
Não ficas doente, nem ranhosa, parece que tudo te passa ao lado.
Nas comidas sais à mãe, não podes ter fome, se não ninguém te aguenta! Mas não és de comer muito. Sem ser fruta, não consigo dizer que adores mais alguma coisa. Comes o que te dermos, sem grande motivação. Mas quando tens fome e te damos de comer fazes os sons mais fofinhos de sempre!! hmmmm.....hmmmm....
"Aprendeste" (ou o teu avô reforçou este teu comportamento por se rir às gargalhadas sempre que tu fazes isso) com o teu Avô a "cuspir" a comida... tem IMENSA graça quando nos sujas todas!!!...
És apaixonada pelo teu avô. Se ele está presente, já ninguém te interessa mais. É só ele, e só colinho. Mas quando tens saudades da mãe também gostas muito de colinho. Vê-se que nos reconheces bem, ... há dias não conseguias parar de saltar entre o meu colo e o da avó T., tal eram as saudades nossas...
És uma energia contagiante, e que nos esgota... qualquer dia não tenho força para ti porque tu não paras!! Estou morta para que a tua madrinha chegue para o Natal, e para te por (ainda) mais despachada :)
Roubas tudo à tua irmã... sejam brinquedos, chupetas, cremes... a maior parte das vezes não lhe fazes uma festa... mas também não te importas nada que ela te mexa. Outras vezes também tentas agarrá-la! Já mostras algum ciúme se lhe pegamos a ela ao colo e a ti não!
Roubaste o meu coração. És o meu amor pequenino para sempre.
Estás uma menina super mexida e despachada. Ainda antes da tua irmã te nasceu o 1º dente - 21 de novembro 2017.
Já não te consigo vestir nem mudar a fralda sem que te mexas 50 vezes. Tens imensas cócegas e é tão fácil brincar contigo.
És esperta que nem quê, e super aventureira e destemida. Achas imensa graça às situações com suspense, e ris imenso!!
Não ficas doente, nem ranhosa, parece que tudo te passa ao lado.
Nas comidas sais à mãe, não podes ter fome, se não ninguém te aguenta! Mas não és de comer muito. Sem ser fruta, não consigo dizer que adores mais alguma coisa. Comes o que te dermos, sem grande motivação. Mas quando tens fome e te damos de comer fazes os sons mais fofinhos de sempre!! hmmmm.....hmmmm....
"Aprendeste" (ou o teu avô reforçou este teu comportamento por se rir às gargalhadas sempre que tu fazes isso) com o teu Avô a "cuspir" a comida... tem IMENSA graça quando nos sujas todas!!!...
És apaixonada pelo teu avô. Se ele está presente, já ninguém te interessa mais. É só ele, e só colinho. Mas quando tens saudades da mãe também gostas muito de colinho. Vê-se que nos reconheces bem, ... há dias não conseguias parar de saltar entre o meu colo e o da avó T., tal eram as saudades nossas...
És uma energia contagiante, e que nos esgota... qualquer dia não tenho força para ti porque tu não paras!! Estou morta para que a tua madrinha chegue para o Natal, e para te por (ainda) mais despachada :)
Roubas tudo à tua irmã... sejam brinquedos, chupetas, cremes... a maior parte das vezes não lhe fazes uma festa... mas também não te importas nada que ela te mexa. Outras vezes também tentas agarrá-la! Já mostras algum ciúme se lhe pegamos a ela ao colo e a ti não!
Roubaste o meu coração. És o meu amor pequenino para sempre.
Carta à C. 11 meses.
Minha Loti... tu és um docinho...
Uma ternura, uma alma boa.
Raramente te ouvimos refilar... mas se tens uma dor, ou se não estás bem, tudo é um drama... fisicamente ficas arrasada, e és muito carente.
Uma dor, é um terror.
A-D-O-R-A-S a tua irmã. Sim, continuas a ser da mamã... mas acho um piadão quando te tiro da cama de manhã, e já te vejo à espreita à procura da nossa M.
E quando a vês é só guinchinhos e sorrisos. Esticas os bracinhos e só a queres apertar. Mas temos que ter cuidado contigo, se não lá se vão os cabelos da nossa M., e dedos nos olhos e tudo mais o que haja.
Adoras a avó T.... e ela a ti. Maior perdição. Quando gostas mesmo abres a boca e tentas dar-nos beijinhos. E depois sorris.
Felizmente com as comidinhas és muito mais feliz! Pãozinho (seja um bocado de codea, ou às migalhinhas, são a tua perdição). E bolachas, e iogurte. E arroz. Lá vais tu com os teus deditos, e tudo é mastigadinho e pronto!!
Felizmente já tens 1 dente a nascer! Desde dia 28 de novembro :) Agora é que vai ser experimentar de tudo!
Observas sempre tudo com o maior pormenor, e essas mãos bolachudas vão com o maior cuidado mexer em tudo o que encontras. Vais ao botão mais pequenino...
És de pormenor, e de calmas. Só agora te aguentas de pé!! Mas ao nosso colo... de resto deixas-te sempre estar sentadinha seja onde for. e quando queres uma coisa, esticas os bracos, gemes, e abres e fechas as mãos para te pegarmos, ou para te darmos seja o que for.... normalmente é porque vês a M. fazer alguma coisa engraçada e também queres, mas não fazes um esforço para lá chegar!
És uma serenidade...
Uma boazinha. Todos os bebés fossem como tu, e todos teriam 50 filhos.
Gosto de mais de ti minha C.
Uma ternura, uma alma boa.
Raramente te ouvimos refilar... mas se tens uma dor, ou se não estás bem, tudo é um drama... fisicamente ficas arrasada, e és muito carente.
Uma dor, é um terror.
A-D-O-R-A-S a tua irmã. Sim, continuas a ser da mamã... mas acho um piadão quando te tiro da cama de manhã, e já te vejo à espreita à procura da nossa M.
E quando a vês é só guinchinhos e sorrisos. Esticas os bracinhos e só a queres apertar. Mas temos que ter cuidado contigo, se não lá se vão os cabelos da nossa M., e dedos nos olhos e tudo mais o que haja.
Adoras a avó T.... e ela a ti. Maior perdição. Quando gostas mesmo abres a boca e tentas dar-nos beijinhos. E depois sorris.
Felizmente com as comidinhas és muito mais feliz! Pãozinho (seja um bocado de codea, ou às migalhinhas, são a tua perdição). E bolachas, e iogurte. E arroz. Lá vais tu com os teus deditos, e tudo é mastigadinho e pronto!!
Felizmente já tens 1 dente a nascer! Desde dia 28 de novembro :) Agora é que vai ser experimentar de tudo!
Observas sempre tudo com o maior pormenor, e essas mãos bolachudas vão com o maior cuidado mexer em tudo o que encontras. Vais ao botão mais pequenino...
És de pormenor, e de calmas. Só agora te aguentas de pé!! Mas ao nosso colo... de resto deixas-te sempre estar sentadinha seja onde for. e quando queres uma coisa, esticas os bracos, gemes, e abres e fechas as mãos para te pegarmos, ou para te darmos seja o que for.... normalmente é porque vês a M. fazer alguma coisa engraçada e também queres, mas não fazes um esforço para lá chegar!
És uma serenidade...
Uma boazinha. Todos os bebés fossem como tu, e todos teriam 50 filhos.
Gosto de mais de ti minha C.
11 maio, 2017
4 meses.
Foi ontem que chegámos aos 4 meses.
Completaram-se 4 meses com estas duas meninas mais doces! Como foi possível passar tão rápido??
Agora percebo o que dizem... estou mesmo a ver que fecho e abro os olhos e estamos no Natal. E depois disso, fazem 1 ano!!! O quê?!?!
Como aproveitar melhor este tempo? Como não as deixar fugir sem sugar cada conquista e cada novidade??
Cada vez mais penso em como é bom termos este tempo em casa para aproveitar cada bocadinho deles. Tenho a certeza que estão melhor com a mãe, do que com qualquer outra pessoa no mundo. O que não significa que as mães façam sempre o melhor, mas fazem com certeza aquilo que acham que é o mais correto, e o melhor que cada uma sabe.
Como é possível que elas não vão ficar assim pequeninas para sempre??
É uma dualidade de pensamentos querê-las assim pequenas para sempre, e querer que cresçam para fazer outras coisas divertidas com elas, como ir a praia, brincar, conversar, passear...
Gosto muito de ver toda a gente a interagir convosco, mas não tenham duvida nenhuma de que vocês as duas são da mãe! São as bebés da mamã. São todas da mamã. E pronto :)
Não imagino uma sem a outra. E quero tanto que comecem as duas a interagir... cada uma com o seu feitio, mas acho que se vão dar muito bem! A esperteza da M. e a doçura da C. vão ser imbatíveis, compatíveis e imparáveis!
Gosto de vocês para sempre! Gordinhas da mamã.
Completaram-se 4 meses com estas duas meninas mais doces! Como foi possível passar tão rápido??
Agora percebo o que dizem... estou mesmo a ver que fecho e abro os olhos e estamos no Natal. E depois disso, fazem 1 ano!!! O quê?!?!
Como aproveitar melhor este tempo? Como não as deixar fugir sem sugar cada conquista e cada novidade??
Cada vez mais penso em como é bom termos este tempo em casa para aproveitar cada bocadinho deles. Tenho a certeza que estão melhor com a mãe, do que com qualquer outra pessoa no mundo. O que não significa que as mães façam sempre o melhor, mas fazem com certeza aquilo que acham que é o mais correto, e o melhor que cada uma sabe.
Como é possível que elas não vão ficar assim pequeninas para sempre??
É uma dualidade de pensamentos querê-las assim pequenas para sempre, e querer que cresçam para fazer outras coisas divertidas com elas, como ir a praia, brincar, conversar, passear...
Gosto muito de ver toda a gente a interagir convosco, mas não tenham duvida nenhuma de que vocês as duas são da mãe! São as bebés da mamã. São todas da mamã. E pronto :)
Não imagino uma sem a outra. E quero tanto que comecem as duas a interagir... cada uma com o seu feitio, mas acho que se vão dar muito bem! A esperteza da M. e a doçura da C. vão ser imbatíveis, compatíveis e imparáveis!
Gosto de vocês para sempre! Gordinhas da mamã.
05 maio, 2017
Uma ajuda..
Já aqui falei há algum tempo da app que usei durante a gravidez e que adorei - a Ovia Pregnancy (https://www.ovuline.com/). É uma app gratuita, com imensa informação disponibilizada sobre a nossa semana de gravidez, com vídeos e montanhas de informação!
Podemos registar as nossas evoluções de peso, as consultas, por fotografias, ver que medicação ou alimentos são compatíveis com a gravidez, etc,... Eu adorei essa app. Mesmo!! Recomendo.
Tive pena que não fosse adaptada a uma gravidez gemelar. Pesquisei e instalei muitas app, mas nenhuma se adaptava à gravidez de gémeos. Portanto as linhas do peso, o tamanho da barriga e dos bebés, tudo isso tinha que ser ajustado por mim... e é pena...
Não conheço nenhuma app que o faça.
Mas desde que elas nasceram, e sendo duas, alimentadas quase desde o início a Leite Artificial, tinha necessidade de registar a sua alimentação.
Por sugestão de uma amiga, instalei a Sprout Baby (http://sprout-apps.com/), que é uma app paga (pelo menos na app store), mas não estou nada arrependida.
Conseguimos definir vários bebés, e indicar para ele uma série de informações! Peso, consultas, comidas, cocós, extração de leite, ritmos de sono, etc etc etc...
Quase podíamos passar o dia a registar o que o bebé faz... mas não há tempo (nem paciencia para isso).
Como as minhas bebés são chatinhas a comer, ainda hoje registo as horas e a quantidade de leite que cada uma bebeu. E registo quando fazem cocó (que aqui em casa é praí 3 vezes por semana a M, e 2 x por semana a C). Assim nunca me perco. Escusam de estar já para aí a julgar, que com gémeos um pessoa a certa altura ja não sabe mesmo quem é que fez o quê!! É impossível.
Em vez de registar num papel, registo no telemóvel, e posso enviar por email todos os registos (super fácil e prático) para o pai, a pediatra, etc!
Ás vezes não me apetece nada estar a apontar... principalmente as comidas. Mas é útil ter a evolução delas, e perceber como se comportam ao longo do tempo.
Por aí o que é que usam?
Podemos registar as nossas evoluções de peso, as consultas, por fotografias, ver que medicação ou alimentos são compatíveis com a gravidez, etc,... Eu adorei essa app. Mesmo!! Recomendo.
Tive pena que não fosse adaptada a uma gravidez gemelar. Pesquisei e instalei muitas app, mas nenhuma se adaptava à gravidez de gémeos. Portanto as linhas do peso, o tamanho da barriga e dos bebés, tudo isso tinha que ser ajustado por mim... e é pena...
Não conheço nenhuma app que o faça.
Mas desde que elas nasceram, e sendo duas, alimentadas quase desde o início a Leite Artificial, tinha necessidade de registar a sua alimentação.
Por sugestão de uma amiga, instalei a Sprout Baby (http://sprout-apps.com/), que é uma app paga (pelo menos na app store), mas não estou nada arrependida.
Conseguimos definir vários bebés, e indicar para ele uma série de informações! Peso, consultas, comidas, cocós, extração de leite, ritmos de sono, etc etc etc...
Quase podíamos passar o dia a registar o que o bebé faz... mas não há tempo (nem paciencia para isso).
Como as minhas bebés são chatinhas a comer, ainda hoje registo as horas e a quantidade de leite que cada uma bebeu. E registo quando fazem cocó (que aqui em casa é praí 3 vezes por semana a M, e 2 x por semana a C). Assim nunca me perco. Escusam de estar já para aí a julgar, que com gémeos um pessoa a certa altura ja não sabe mesmo quem é que fez o quê!! É impossível.
Em vez de registar num papel, registo no telemóvel, e posso enviar por email todos os registos (super fácil e prático) para o pai, a pediatra, etc!
Ás vezes não me apetece nada estar a apontar... principalmente as comidas. Mas é útil ter a evolução delas, e perceber como se comportam ao longo do tempo.
Por aí o que é que usam?
04 maio, 2017
Rotinas.
Uma coisa que me suscita sempre curiosidade são as rotinas dos bebés!!
Quando comem, quanto comem, quanto e como dormem, como passam os dias.
Desde os 3 meses e meio que elas fazem 5/6 biberões por dia: 00:00 - 08:00 - 12:00 - 15:00 - 19:00 ou 00:30 - 06:30 - 10:00 - 14:00 - 18:00 - 21:30
Dormem seguido da meia-noite às seis e meia ou até às oito (o mais tardar). Bebem o leite mas voltam a dormir até as 11:00/12:00 na cama delas. Durante o dia estão no chão. Em mantinhas a brincar com ginásios, a comer as mãos, a olhar para o ar... Dormem quase sempre entre os biberões durante uma hora. E nunca dormem no quarto. Dormem mesmo no chão, ou nas alcofas (sendo que quase já não cabem lá). Só as deito nas caminhas delas depois do biberão da meia noite.
E essa é a rotina que funciona melhor para nós. Porque nos acompanham durante o dia, e sempre estão com o pai que às vezes só chega a casa às 21:00. E assim, durante a manhã sempre faço alguma coisa enquanto elas dormem (tipo tomar banho e tomar o pequeno-almoço!!, ver os e-mails e tratar da roupa delas).
Só aos 3 meses comecei a pô-las no chão. Mas nota-se uma evolução imensa! Interagem muito mais, palram, sorriem. A M. mexe-se imenso, e torce-se toda. A C. é mais sossegada nesse aspeto, mas delira com os brinquedos!
Antes disso dormiam muito mais, faziam intervalos mais pequenos entre os biberões, fazendo 7 biberões por dia. Passavam o dia ou em cima de uma mesa (grande não se preocupem!), ou nas alcofas. Desde que fizeram os três meses que passam o tempo no chão. A pediatra da Maternidade (onde as gémeas também são seguidas), falou das espreguiçadeiras como se fosse o Diabo, equiparando-as aos andarilhos. Disse que eram péssimas para o bebé... Na verdade eu só tenho uma espreguiçadeira (foi-me emprestada), e elas passavam lá algum tempo desde os 2 meses (mais ou menos), e acho que nunca gostaram muito de lá estar.
Na sala onde passamos os dias não há tv, pelo que vou pondo alguma música no pc para se distrairem. Mas já percebi que adoram as luzes da tv!
Não consigo é pô-las de barriga para baixo... Choram e choram! Bem sei que deviam passar assim algum tempo por dia, vigiadas. Mas nem 2 minutos se aguentam. É uma luta imensa para levantar o pescoço, e começam a chorar... Já vi fotografias de mães que põem os bebés de barriga para baixo apoiados nas almofadas de amamentação. Será que faz o mesmo efeito para os bebés? É que já pus a C. assim e ela aguentou-se até benzito...
Agora (que já têm 16 semanas = quase 4 meses), e já passam mais tempo acordadas, uma das coisas que quero saber é, como estimulá-las? Como fazer com que cresçam a explorar o potencial de cada uma?
Como era (ou é) com os vossos bebés?
E será que as nossas mães tinham as mesmas preocupações que nós hoje em dia??
Quando comem, quanto comem, quanto e como dormem, como passam os dias.
Desde os 3 meses e meio que elas fazem 5/6 biberões por dia: 00:00 - 08:00 - 12:00 - 15:00 - 19:00 ou 00:30 - 06:30 - 10:00 - 14:00 - 18:00 - 21:30
Dormem seguido da meia-noite às seis e meia ou até às oito (o mais tardar). Bebem o leite mas voltam a dormir até as 11:00/12:00 na cama delas. Durante o dia estão no chão. Em mantinhas a brincar com ginásios, a comer as mãos, a olhar para o ar... Dormem quase sempre entre os biberões durante uma hora. E nunca dormem no quarto. Dormem mesmo no chão, ou nas alcofas (sendo que quase já não cabem lá). Só as deito nas caminhas delas depois do biberão da meia noite.
E essa é a rotina que funciona melhor para nós. Porque nos acompanham durante o dia, e sempre estão com o pai que às vezes só chega a casa às 21:00. E assim, durante a manhã sempre faço alguma coisa enquanto elas dormem (tipo tomar banho e tomar o pequeno-almoço!!, ver os e-mails e tratar da roupa delas).
Só aos 3 meses comecei a pô-las no chão. Mas nota-se uma evolução imensa! Interagem muito mais, palram, sorriem. A M. mexe-se imenso, e torce-se toda. A C. é mais sossegada nesse aspeto, mas delira com os brinquedos!
Antes disso dormiam muito mais, faziam intervalos mais pequenos entre os biberões, fazendo 7 biberões por dia. Passavam o dia ou em cima de uma mesa (grande não se preocupem!), ou nas alcofas. Desde que fizeram os três meses que passam o tempo no chão. A pediatra da Maternidade (onde as gémeas também são seguidas), falou das espreguiçadeiras como se fosse o Diabo, equiparando-as aos andarilhos. Disse que eram péssimas para o bebé... Na verdade eu só tenho uma espreguiçadeira (foi-me emprestada), e elas passavam lá algum tempo desde os 2 meses (mais ou menos), e acho que nunca gostaram muito de lá estar.
Na sala onde passamos os dias não há tv, pelo que vou pondo alguma música no pc para se distrairem. Mas já percebi que adoram as luzes da tv!
Não consigo é pô-las de barriga para baixo... Choram e choram! Bem sei que deviam passar assim algum tempo por dia, vigiadas. Mas nem 2 minutos se aguentam. É uma luta imensa para levantar o pescoço, e começam a chorar... Já vi fotografias de mães que põem os bebés de barriga para baixo apoiados nas almofadas de amamentação. Será que faz o mesmo efeito para os bebés? É que já pus a C. assim e ela aguentou-se até benzito...
Agora (que já têm 16 semanas = quase 4 meses), e já passam mais tempo acordadas, uma das coisas que quero saber é, como estimulá-las? Como fazer com que cresçam a explorar o potencial de cada uma?
Como era (ou é) com os vossos bebés?
E será que as nossas mães tinham as mesmas preocupações que nós hoje em dia??
02 maio, 2017
O bebé tem sempre razão.
Aqui em casa este é o lema.
E com 3 meses apenas, esta é uma verdade inteira (vá... a 95%).
E que saudades tenho da minha Avó Teresa quando constato isto. Ela devia ter escrito um livro... e eu espero ter absorvido dela o máximo de informação possível... ela, como a minha mãe também é um bocado, era um Baby Whisperer. Tipo aquele dos cães, estão a ver? A minha mãe, chega a calar uma bebé em 15 segundos, quando eu estou há 10 minutos com ela a chorar!...
Não sou nenhuma perita em bebés. Estão são as minhas primeiras filhas e estou a aprender tanto (mas tanto!) sobre a maternidade com elas.
Pode ser que estas minhas filhas sejam uns verdadeiros anjinhos (em breve um post sobre as diferentes rotinas que já tiveram), mas acho que deu para perceber que nos primeiros três meses dos bebés, se eles choram é porque alguma coisa não está bem.
Por mais que seja frustrante para uma mãe ouvir um bebé chorar e não o conseguir calar, temos mesmo que fazer um esforço por os compreender e tentar acalmar. Mais tarde ou mais cedo vamos perceber que era sono, gases, ou algum desconforto.
E o bebé tem razão.
Com duas bebés aprendi a perceber que cada uma tem mesmo os seus hábitos e manhas... mas isso não faz deles mimados. Faz deles seres humanos, a adaptarem-se a um mundo novo. E temos mesmo que ter paciência...
E também aproveitar! Pensam que eles vão querer para sempre um colinho e beijinhos sem fim?? E que vão ter aquele ar angelical para sempre? Não...
Eventualmente aparecem as birras, e o choro de mimo.
E as mães conseguem perceber perfeitamente isso a acontecer.
Então aproveitem bem os primeiros três meses. A mim sempre me foram dizendo: "Agora é que é difícil, depois fica mais fácil". Mas acho que me andaram a mentir... eu acho que os primeiros meses foram mais fáceis (não por isso menos trabalhosos), mas a partir de agora, é que vão ser elas.
Agora que já nos conhecem. Agora que passam mais tempo acordados. Agora que já sabem o que é colo, e mimos. Agora é que vão ser elas... Estarei certa?
E com 3 meses apenas, esta é uma verdade inteira (vá... a 95%).
E que saudades tenho da minha Avó Teresa quando constato isto. Ela devia ter escrito um livro... e eu espero ter absorvido dela o máximo de informação possível... ela, como a minha mãe também é um bocado, era um Baby Whisperer. Tipo aquele dos cães, estão a ver? A minha mãe, chega a calar uma bebé em 15 segundos, quando eu estou há 10 minutos com ela a chorar!...
Não sou nenhuma perita em bebés. Estão são as minhas primeiras filhas e estou a aprender tanto (mas tanto!) sobre a maternidade com elas.
Pode ser que estas minhas filhas sejam uns verdadeiros anjinhos (em breve um post sobre as diferentes rotinas que já tiveram), mas acho que deu para perceber que nos primeiros três meses dos bebés, se eles choram é porque alguma coisa não está bem.
Por mais que seja frustrante para uma mãe ouvir um bebé chorar e não o conseguir calar, temos mesmo que fazer um esforço por os compreender e tentar acalmar. Mais tarde ou mais cedo vamos perceber que era sono, gases, ou algum desconforto.
E o bebé tem razão.
Com duas bebés aprendi a perceber que cada uma tem mesmo os seus hábitos e manhas... mas isso não faz deles mimados. Faz deles seres humanos, a adaptarem-se a um mundo novo. E temos mesmo que ter paciência...
E também aproveitar! Pensam que eles vão querer para sempre um colinho e beijinhos sem fim?? E que vão ter aquele ar angelical para sempre? Não...
Eventualmente aparecem as birras, e o choro de mimo.
E as mães conseguem perceber perfeitamente isso a acontecer.
Então aproveitem bem os primeiros três meses. A mim sempre me foram dizendo: "Agora é que é difícil, depois fica mais fácil". Mas acho que me andaram a mentir... eu acho que os primeiros meses foram mais fáceis (não por isso menos trabalhosos), mas a partir de agora, é que vão ser elas.
Agora que já nos conhecem. Agora que passam mais tempo acordados. Agora que já sabem o que é colo, e mimos. Agora é que vão ser elas... Estarei certa?
12 abril, 2017
Pior parte I
A pior parte de ser mãe de gémeos é não conseguir pegar ao colo nas duas, e consolá-las quando têm cólicas ao mesmo tempo :(
09 abril, 2017
por Henrique Raposo.
O casamento não traz felicidade
07 abr, 2017• Opinião de Henrique Raposo
Não há casamento sem sacrifício pessoal. Os primeiros anos dos filhos, por exemplo, são anos de trincheira.O amor não é fofura, é ringue de boxe.
Pensar que o casamento é sinónimo automático de felicidade é talvez o grande erro da minha geração. O “feliz para sempre” é um equívoco, porque transforma o casamento numa sala de chuto de afectos, fofuras e sonhos. Pior: transforma o casamento real num prolongamento de um casamento idealizado ao longo do namoro. Ou seja, o “feliz para sempre” é a eternização da paixão adolescente. Um sarilho, pois o casamento é outra coisa, é uma aliança entre duas pessoas que se amam para lá dos afectos flutuantes.
Quem é casado sabe do que falo: há anos bons e há anos maus. Se pensarmos apenas na nossa emoção, no nosso prazer, na nossa realização pessoal, há momentos muito duros no casamento. Não há casamento sem sacrifício pessoal. Os primeiros anos dos filhos, por exemplo, são anos de trincheira.
A relação do casal e o próprio trabalho vão para o banco do pendura, ao volante ficam as fraldas, os banhos, as birras, as noites mal dormidas, a inexistência de férias ou viagens, etc. Mas são estas alturas sacrificiais que definem a força de um casamento. O amor não é fofura, é ringue de boxe.
Hoje procura-se a felicidade no sentido do prazer imediato e pessoal. E espera-se que o casamento seja um fornecedor desse prazer centrado no “eu”: os filmes e as séries da HBO que o casalinho vê no sofá, o sexo, as viagens que o casalinho anuncia no Facebook, os concertos e festivais de verão, etc. Sucede que o casamento não é esta passerelle.
Como diz Tiago Cavaco no livro “Felizes para Sempre e outros equívocos”, o casamento implica “abdicar de coisas que nos agradam”. O casamento não é sobre nós, é sobre os outros que nos rodeiam. Nós não casamos para sermos felizes, casamos para fazer os outros felizes. O casamento não é um espelho do nosso prazer, é um pilar de outras pessoas: é um pilar dos filhos que geramos e criamos, por exemplo. E, se é um pilar de infâncias, também é um pilar de velhices: um matrimónio também é um amparo dos sogros que se herdam.
Ora, ser este pilar implica um espírito de renúncia que é a negação perfeita da nossa cultura centrada numa felicidade entendida como prazer. É por isso que temos uma taxa de divórcio de 70%. É caso para perguntar: apenas 30% dos casados da minha geração compreendeu que o casamento é o início da vida adulta e não um prolongamento da adolescência?
Moral da história? É importante refazermos o conceito de felicidade. O casamento ensina-nos a procurar a felicidade nos outros, nos filhos que crescem, na ajuda que se dá aos sogros, na ajuda que se recebe dos sogros, nas provações que se superam em conjunto – as ânsias profissionais, o aperto na carteira, as querelas familiares, a unha do pé encravada, a quimio, aprender a lidar com o feitio do outro, etc. Se quiserem, o casamento comporta a felicidade tal como o maratonista a entende.
Quem já fez ou faz atletismo sabe do que estou a falar: correr longas distâncias não dá prazer; ver um filme, ler um livro, estar na praia, beber um vinho – tudo isto dá prazer. Mas correr 40 km não dá prazer, dá dor. Porém, quando acabamos uma corrida assim, sentimos algo que está para lá do prazer, sentimos uma força que vem do princípio do tempo, sentimo-nos abraçados por uma força que vem do tempo em que coisas ainda nem sequer tinham nome.
28 março, 2017
Sair de casa.
Sair de casa com um carrinho de gémeos é uma atração.
Parecemos uma coisa estranha... é giro os olhares, os comentários e as conversas que acabamos por ter à conta de termos 2 bebés pequenos.
Somos principalmente abordados por pais e avós de gémeos, ou por pessoas que sejam gémeas!
Mas não é isso que me faz escrever este post. Este post é sobre sair de casa com as gémeas, mas SOZINHA!!
Sim. É possível. Com um mês eu saí de casa com elas sozinha. Não é fácil pensar no assunto, porque é muita logística - principalmente para quem nunca foi mãe, como eu!
Montar o carrinho (neste caso o meu com os adaptadores diferentes - ver AQUI), por as miúdas nos ovos, arranjá-las, preparar o saco das fraldas, e mentalizarmo-nos para o põe-tira ovinhos (se sairmos de carro), e ainda ter forças para ir fazer o que vamos de facto fazer à rua.
Tenho saido com elas, mas confesso que as vezes também o evito fazer: porque ainda são pequenas (e uma vez que fomos dar uma volta ao parque, apareceram constipadas no dia seguinte - coincidência?), e por todo o trabalho que dá.
Mas devo dizer que temos que resistir a esta preguicite!! Faz bem aos pais e aos filhos!! E como eu já disse, é mesmo giro ver a reacção das pessoas... dificilmente passamos despercebidos... Embora como o nosso carrinho é tão compacto, as pessoas às vezes só percebem que são gémeos depois de já estarem especadas a olhar!
Conselhos para sair de casa sozinha(o) com os bebés:
- sair nos intervalos dos biberões
- se for para consultas médicas, ter roupa fácil de vestir e despir
- ter sempre o saco de fraldas pronto
- fazer percursos curtos
- levar sempre o Aero-Om (nunca se sabe...)
Na verdade nunca mudei uma fralda fora de casa nestes passeios sozinha... elas adormecem com o balancear do carrinho, e passam quase o tempo todo a dormir, pelo que nem as tiro dos ovinhos/alcofa. Isto deve servir de reforço na vossa confiança... os bebés adormecem com o embalo, pelo que sair de casa com eles, é quase sempre uma boa opção!
Uma vez que ainda estamos no inverno, e estas bebés apanharam estes primeiros meses de vida de vento, frio e chuva, não tem sido sempre fácil ou sequer aconselhável sair.
Mas é possível!! Aventurem-se :)
Sair com companhia é melhor!! E assim já saímos varias vezes para jantar fora em restaurantes, casa de familiares e amigos.
No saco das fraldas é só acrescentar biberões esterilizados, pó do leite. Podem levar agua fervida no termo, ou pedir que vos arranjem água fervida no sítio para onde vão. Tudo se faz :)
Ainda não dormimos fora de casa com elas... mas vai estar para breve!! Ai ai... aí é que vai ser! Levar a casa atrás... enfim! Veremos :)
Parecemos uma coisa estranha... é giro os olhares, os comentários e as conversas que acabamos por ter à conta de termos 2 bebés pequenos.
Somos principalmente abordados por pais e avós de gémeos, ou por pessoas que sejam gémeas!
Mas não é isso que me faz escrever este post. Este post é sobre sair de casa com as gémeas, mas SOZINHA!!
Sim. É possível. Com um mês eu saí de casa com elas sozinha. Não é fácil pensar no assunto, porque é muita logística - principalmente para quem nunca foi mãe, como eu!
Montar o carrinho (neste caso o meu com os adaptadores diferentes - ver AQUI), por as miúdas nos ovos, arranjá-las, preparar o saco das fraldas, e mentalizarmo-nos para o põe-tira ovinhos (se sairmos de carro), e ainda ter forças para ir fazer o que vamos de facto fazer à rua.
Tenho saido com elas, mas confesso que as vezes também o evito fazer: porque ainda são pequenas (e uma vez que fomos dar uma volta ao parque, apareceram constipadas no dia seguinte - coincidência?), e por todo o trabalho que dá.
Mas devo dizer que temos que resistir a esta preguicite!! Faz bem aos pais e aos filhos!! E como eu já disse, é mesmo giro ver a reacção das pessoas... dificilmente passamos despercebidos... Embora como o nosso carrinho é tão compacto, as pessoas às vezes só percebem que são gémeos depois de já estarem especadas a olhar!
Conselhos para sair de casa sozinha(o) com os bebés:
- sair nos intervalos dos biberões
- se for para consultas médicas, ter roupa fácil de vestir e despir
- ter sempre o saco de fraldas pronto
- fazer percursos curtos
- levar sempre o Aero-Om (nunca se sabe...)
Na verdade nunca mudei uma fralda fora de casa nestes passeios sozinha... elas adormecem com o balancear do carrinho, e passam quase o tempo todo a dormir, pelo que nem as tiro dos ovinhos/alcofa. Isto deve servir de reforço na vossa confiança... os bebés adormecem com o embalo, pelo que sair de casa com eles, é quase sempre uma boa opção!
Uma vez que ainda estamos no inverno, e estas bebés apanharam estes primeiros meses de vida de vento, frio e chuva, não tem sido sempre fácil ou sequer aconselhável sair.
Mas é possível!! Aventurem-se :)
Sair com companhia é melhor!! E assim já saímos varias vezes para jantar fora em restaurantes, casa de familiares e amigos.
No saco das fraldas é só acrescentar biberões esterilizados, pó do leite. Podem levar agua fervida no termo, ou pedir que vos arranjem água fervida no sítio para onde vão. Tudo se faz :)
Ainda não dormimos fora de casa com elas... mas vai estar para breve!! Ai ai... aí é que vai ser! Levar a casa atrás... enfim! Veremos :)
20 março, 2017
Fed is Best.
Adoro este movimento.
Principalmente pelo que me aconteceu a mim também... Hoje há uma euforia à volta da amamentação. Nem 8, nem 80. Nos primeiros dias (até à subida do leite) penso que o ideal é a suplementação (seja com copinho, colher, seringa...) para evitar o mal estar do bebe, e a perda de peso desnecessária. Passei por isso é sei o que é... não me volta a acontecer...
Fica o site do movimento para que o conheçam e se possam defender no futuro (ou no presente).
Uma história chocante, mas verdadeira, fica aqui para que a possam conhecer: https://fedisbest.org/2017/02/given-just-one-bottle-still-alive/
Esta história choca-me pelo que eu passei... e nunca mais, podem crer! (ver AQUI e ver também AQUI)
"Landon was discharged at 64 hours (2.5 days) of life having lost 9.7% of his birth weight continuously and exclusively breastfeeding with a mother whose milk had not come in. These are routine and unremarkable findings in newborn babies discharged home to exclusively breastfeed. At this time, there are no studies using standardized developmental testing or serum markers of starvation that show that allowing babies to lose up to 10% of their birth weight protects them from brain- and life-threatening complications, despite wide-spread perception that it is normal for exclusively breastfed babies to lose. Therefore, Landon’s mother was given no instruction to supplement. He was discharged with next-day follow-up."
Principalmente pelo que me aconteceu a mim também... Hoje há uma euforia à volta da amamentação. Nem 8, nem 80. Nos primeiros dias (até à subida do leite) penso que o ideal é a suplementação (seja com copinho, colher, seringa...) para evitar o mal estar do bebe, e a perda de peso desnecessária. Passei por isso é sei o que é... não me volta a acontecer...
Fica o site do movimento para que o conheçam e se possam defender no futuro (ou no presente).
Uma história chocante, mas verdadeira, fica aqui para que a possam conhecer: https://fedisbest.org/2017/02/given-just-one-bottle-still-alive/
Esta história choca-me pelo que eu passei... e nunca mais, podem crer! (ver AQUI e ver também AQUI)
"Landon was discharged at 64 hours (2.5 days) of life having lost 9.7% of his birth weight continuously and exclusively breastfeeding with a mother whose milk had not come in. These are routine and unremarkable findings in newborn babies discharged home to exclusively breastfeed. At this time, there are no studies using standardized developmental testing or serum markers of starvation that show that allowing babies to lose up to 10% of their birth weight protects them from brain- and life-threatening complications, despite wide-spread perception that it is normal for exclusively breastfed babies to lose. Therefore, Landon’s mother was given no instruction to supplement. He was discharged with next-day follow-up."
17 março, 2017
2 meses e 2 semanas.
Tenho estado ausente.
Muito que fazer, alguma desinspiração, e o início da minha atividade laboral (ainda que a partir de casa), têm feito com que não venha aqui desabafar, contar as peripécias do nosso dia-a-dia, e deixar as minhas memórias destes primeiros meses.
Posso dizer que está bem mais calmo daquilo que foi o nosso primeiro mês. Estamos mais confiantes, confiamos mais no nosso instinto, e também nas pessoas à nossa volta.
Contudo, temos tido muito acompanhamento médico - o que por um lado é bom, por outro também é muito cansativo, e exasperante. É ir com elas ao Centro de Saúde, ao Pediatra particular, e às consultas de Follow-Up na maternidade. Felizmente que temos estas possibilidades. É verdade. E muitas vezes (a maior parte das vezes) é uma ajuda. Outras vezes só serve para stressar.
Continuamos na nossa luta do ganha peso. Felizmente não é o ganha-perde. É o ganha o suficiente, ganha menos do que o suficiente. Come bem ou não come bem. Faz cocó ou não faz. E muitas (muitas!!!) opiniões diferentes, mesmo entre os profissionais.
Posso dizer, que estou mais relaxada nestes assuntos. Não come é porque não quer, não vale a pena stressar. Não faz cocó hoje, faz amanhã. E elas estão saudáveis e bem. Isso tenho a certeza.
Tem sido muito muito bom ser mãe destas gordinhas. Fora algumas cólicas e alguns dias menos bons (nomeadamente nas vacinas!), estas meninas são uns anjinhos. Deixam os pais dormir, são meiguinhas e felizes.
Tenciono vir agora aqui mais vezes falar dos nossos dias e dos assuntos que nos assaltam.
O que querem saber??
Muito que fazer, alguma desinspiração, e o início da minha atividade laboral (ainda que a partir de casa), têm feito com que não venha aqui desabafar, contar as peripécias do nosso dia-a-dia, e deixar as minhas memórias destes primeiros meses.
Posso dizer que está bem mais calmo daquilo que foi o nosso primeiro mês. Estamos mais confiantes, confiamos mais no nosso instinto, e também nas pessoas à nossa volta.
Contudo, temos tido muito acompanhamento médico - o que por um lado é bom, por outro também é muito cansativo, e exasperante. É ir com elas ao Centro de Saúde, ao Pediatra particular, e às consultas de Follow-Up na maternidade. Felizmente que temos estas possibilidades. É verdade. E muitas vezes (a maior parte das vezes) é uma ajuda. Outras vezes só serve para stressar.
Continuamos na nossa luta do ganha peso. Felizmente não é o ganha-perde. É o ganha o suficiente, ganha menos do que o suficiente. Come bem ou não come bem. Faz cocó ou não faz. E muitas (muitas!!!) opiniões diferentes, mesmo entre os profissionais.
Posso dizer, que estou mais relaxada nestes assuntos. Não come é porque não quer, não vale a pena stressar. Não faz cocó hoje, faz amanhã. E elas estão saudáveis e bem. Isso tenho a certeza.
Tem sido muito muito bom ser mãe destas gordinhas. Fora algumas cólicas e alguns dias menos bons (nomeadamente nas vacinas!), estas meninas são uns anjinhos. Deixam os pais dormir, são meiguinhas e felizes.
Tenciono vir agora aqui mais vezes falar dos nossos dias e dos assuntos que nos assaltam.
O que querem saber??
26 fevereiro, 2017
Vida.
No ventre de uma mulher grávida, dois bebés falavam:
- Acreditas na vida pós-parto?
- Claro. Tem que haver alguma coisa. Se calhar estamos aqui a preparar-nos para o que vamos ser.
- Disparate! Não há vida depois do parto. Como é que seria verdadeiramente essa vida?
- Não sei, mas com certeza deve haver mais luz que aqui. Talvez até consigas andar com os próprios pés e comer com a própria boca.
- Isso é absurdo! Andar é impossível! E comer com a boca!? Completamente ridículo! O cordão umbilical é que nos alimenta. Só te digo isto: A vida após o parto não é possível. O cordão umbilical é muito curto!
- Eu cá tenho a certeza que há alguma coisa. Com certeza apenas diferente daquilo a que estamos habituados aqui.
- Mas nunca ninguém voltou de lá para contar... o parto é o final e mais nada! Angústia prolongada na escuridão.
- Bom, não sei como é que vai ser depois do parto, mas tenho a certeza que a Mãe vai tratar de nós.
- Mãe? Acreditas nisso!? E onde é que ela supostamente está?!
- Onde? Em tudo à nossa volta! Vivemos nela e através dela. Sem ela nada existiria.
- Eu não acredito nisso! Nunca vi Mãe nenhuma porque simplesmente não existe.
- Então, mas quando estamos em silêncio não a consegues ouvir cantar e falar? E não a sentes a afagar o nosso mundo? Sabes, eu acho mesmo que nos espera a vida real e que esta é só uma preparação para ela...
- Esquece! Isso são aquelas tretas da fé...
(autor:??)
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