Minha Loti... tu és um docinho...
Uma ternura, uma alma boa.
Raramente te ouvimos refilar... mas se tens uma dor, ou se não estás bem, tudo é um drama... fisicamente ficas arrasada, e és muito carente.
Uma dor, é um terror.
A-D-O-R-A-S a tua irmã. Sim, continuas a ser da mamã... mas acho um piadão quando te tiro da cama de manhã, e já te vejo à espreita à procura da nossa M.
E quando a vês é só guinchinhos e sorrisos. Esticas os bracinhos e só a queres apertar. Mas temos que ter cuidado contigo, se não lá se vão os cabelos da nossa M., e dedos nos olhos e tudo mais o que haja.
Adoras a avó T.... e ela a ti. Maior perdição. Quando gostas mesmo abres a boca e tentas dar-nos beijinhos. E depois sorris.
Felizmente com as comidinhas és muito mais feliz! Pãozinho (seja um bocado de codea, ou às migalhinhas, são a tua perdição). E bolachas, e iogurte. E arroz. Lá vais tu com os teus deditos, e tudo é mastigadinho e pronto!!
Felizmente já tens 1 dente a nascer! Desde dia 28 de novembro :) Agora é que vai ser experimentar de tudo!
Observas sempre tudo com o maior pormenor, e essas mãos bolachudas vão com o maior cuidado mexer em tudo o que encontras. Vais ao botão mais pequenino...
És de pormenor, e de calmas. Só agora te aguentas de pé!! Mas ao nosso colo... de resto deixas-te sempre estar sentadinha seja onde for. e quando queres uma coisa, esticas os bracos, gemes, e abres e fechas as mãos para te pegarmos, ou para te darmos seja o que for.... normalmente é porque vês a M. fazer alguma coisa engraçada e também queres, mas não fazes um esforço para lá chegar!
És uma serenidade...
Uma boazinha. Todos os bebés fossem como tu, e todos teriam 50 filhos.
Gosto de mais de ti minha C.
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10 dezembro, 2017
07 dezembro, 2017
18 maio, 2017
Consulta dos 4 meses.
E dia 16 de maio foi um dia feliz também por outro motivo: fomos à consulta dos 4 meses com a Dra. Mónica.
Não é surpresa nenhuma que andávamos ansiosos com esta consulta porque irritamos agora fazer os planos para iniciar a Alimentação Complementar (AC) com a diversificação alimentar - sopas, fruta e/ou papas.
Mas também estava muito curiosa para saber se a médica acha que estamos a fazer um bom trabalho convosco, e saber o que devemos melhorar. Precisamos de alguma validação, por alguém que seja competente (ou a quem nós reconhecemos competência).
Na véspera tínhamos feito as vacinas dos 4 meses, e tínhamos tido também consulta de gémeos na maternidade.
Está tudo bem! Vocês estão óptimas, a crescer bem, simpáticas, sociáveis, a crescer nos vossos percentis (sim, a M. já tem percentil!!).
Saiu-nos foi o tiro pela culatra... a vossa AC só vai iniciar dentro de 2 semanas, sem pressas, fazendo o ajuste com a vossa idade gestacional para as 40 semanas.
Temos um plano ambicioso de introdução de vários alimentos até aos 6 meses: primeiro sopa, depois fruta, depois sopa com carne, e por fim papa (primeiro sem glúten e depois com gluten).
Vamos ver...
Temos é a nossa C. com uma Plagiocefalia moderada, e que foi encaminhada para Fisioterapia e consulta de Neurocirurgia.
Apesar disto, não estou muito alarmada com esta situação, porque sei que a sua cabecinha vai ao sítio. Pelo menos assim me dizem vários profissionais de saúde. Espero que sim.
Em breve falo melhor sobre este assunto.
Regressamos aos 6 meses para nova avaliação :)
Não é surpresa nenhuma que andávamos ansiosos com esta consulta porque irritamos agora fazer os planos para iniciar a Alimentação Complementar (AC) com a diversificação alimentar - sopas, fruta e/ou papas.
Mas também estava muito curiosa para saber se a médica acha que estamos a fazer um bom trabalho convosco, e saber o que devemos melhorar. Precisamos de alguma validação, por alguém que seja competente (ou a quem nós reconhecemos competência).
Na véspera tínhamos feito as vacinas dos 4 meses, e tínhamos tido também consulta de gémeos na maternidade.
Está tudo bem! Vocês estão óptimas, a crescer bem, simpáticas, sociáveis, a crescer nos vossos percentis (sim, a M. já tem percentil!!).
Saiu-nos foi o tiro pela culatra... a vossa AC só vai iniciar dentro de 2 semanas, sem pressas, fazendo o ajuste com a vossa idade gestacional para as 40 semanas.
Temos um plano ambicioso de introdução de vários alimentos até aos 6 meses: primeiro sopa, depois fruta, depois sopa com carne, e por fim papa (primeiro sem glúten e depois com gluten).
Vamos ver...
Temos é a nossa C. com uma Plagiocefalia moderada, e que foi encaminhada para Fisioterapia e consulta de Neurocirurgia.
Apesar disto, não estou muito alarmada com esta situação, porque sei que a sua cabecinha vai ao sítio. Pelo menos assim me dizem vários profissionais de saúde. Espero que sim.
Em breve falo melhor sobre este assunto.
Regressamos aos 6 meses para nova avaliação :)
11 maio, 2017
4 meses.
Foi ontem que chegámos aos 4 meses.
Completaram-se 4 meses com estas duas meninas mais doces! Como foi possível passar tão rápido??
Agora percebo o que dizem... estou mesmo a ver que fecho e abro os olhos e estamos no Natal. E depois disso, fazem 1 ano!!! O quê?!?!
Como aproveitar melhor este tempo? Como não as deixar fugir sem sugar cada conquista e cada novidade??
Cada vez mais penso em como é bom termos este tempo em casa para aproveitar cada bocadinho deles. Tenho a certeza que estão melhor com a mãe, do que com qualquer outra pessoa no mundo. O que não significa que as mães façam sempre o melhor, mas fazem com certeza aquilo que acham que é o mais correto, e o melhor que cada uma sabe.
Como é possível que elas não vão ficar assim pequeninas para sempre??
É uma dualidade de pensamentos querê-las assim pequenas para sempre, e querer que cresçam para fazer outras coisas divertidas com elas, como ir a praia, brincar, conversar, passear...
Gosto muito de ver toda a gente a interagir convosco, mas não tenham duvida nenhuma de que vocês as duas são da mãe! São as bebés da mamã. São todas da mamã. E pronto :)
Não imagino uma sem a outra. E quero tanto que comecem as duas a interagir... cada uma com o seu feitio, mas acho que se vão dar muito bem! A esperteza da M. e a doçura da C. vão ser imbatíveis, compatíveis e imparáveis!
Gosto de vocês para sempre! Gordinhas da mamã.
Completaram-se 4 meses com estas duas meninas mais doces! Como foi possível passar tão rápido??
Agora percebo o que dizem... estou mesmo a ver que fecho e abro os olhos e estamos no Natal. E depois disso, fazem 1 ano!!! O quê?!?!
Como aproveitar melhor este tempo? Como não as deixar fugir sem sugar cada conquista e cada novidade??
Cada vez mais penso em como é bom termos este tempo em casa para aproveitar cada bocadinho deles. Tenho a certeza que estão melhor com a mãe, do que com qualquer outra pessoa no mundo. O que não significa que as mães façam sempre o melhor, mas fazem com certeza aquilo que acham que é o mais correto, e o melhor que cada uma sabe.
Como é possível que elas não vão ficar assim pequeninas para sempre??
É uma dualidade de pensamentos querê-las assim pequenas para sempre, e querer que cresçam para fazer outras coisas divertidas com elas, como ir a praia, brincar, conversar, passear...
Gosto muito de ver toda a gente a interagir convosco, mas não tenham duvida nenhuma de que vocês as duas são da mãe! São as bebés da mamã. São todas da mamã. E pronto :)
Não imagino uma sem a outra. E quero tanto que comecem as duas a interagir... cada uma com o seu feitio, mas acho que se vão dar muito bem! A esperteza da M. e a doçura da C. vão ser imbatíveis, compatíveis e imparáveis!
Gosto de vocês para sempre! Gordinhas da mamã.
07 maio, 2017
Vacinas.
Não vou falar disto porque está na moda. Vou falar disto porque isto é uma verdadeira chatice para os bebés, e para nós pais.
Sim, as minhas filhas estão a seguir o Plano Nacional de Vacinação, e as vacinas sugeridas pela pediatra para elas: a vacina da Meningite, e do Rotavirus.
Mas eu tenho que dizer que detesto as vacinas. Acho uma violência tanta injeção... Então não podiam arranjar uma forma de lhes dar as vacinas como quando nós tiramos sangue, Picavam só uma vez e depois enfiavam os frascos? Ou qualquer coisa assim??
E depois o estado em que eles ficam nos dias seguintes. Mau estar, comer mal. prostração e febre, são os pratos do dia cá em casa sempre que há vacinas. Eu fico feliz que existam!! Mas já viram tantas vacinas, e eles tão pequeninos??
Sim, as minhas filhas estão a seguir o Plano Nacional de Vacinação, e as vacinas sugeridas pela pediatra para elas: a vacina da Meningite, e do Rotavirus.
Mas eu tenho que dizer que detesto as vacinas. Acho uma violência tanta injeção... Então não podiam arranjar uma forma de lhes dar as vacinas como quando nós tiramos sangue, Picavam só uma vez e depois enfiavam os frascos? Ou qualquer coisa assim??
E depois o estado em que eles ficam nos dias seguintes. Mau estar, comer mal. prostração e febre, são os pratos do dia cá em casa sempre que há vacinas. Eu fico feliz que existam!! Mas já viram tantas vacinas, e eles tão pequeninos??
Para além disso há ainda as questões financeiras... Com gémeos, as vacinas extra-plano vão ficar-nos em cerca de 1200€ até aos 13 meses de vida delas... É dose...bem sei que a opção é nossa, mas quando é para bem dos nossos bebés, como não?!
Fala uma mãe angustiada a pensar nas vacinas dos 4 meses, já para a próxima semana...
05 maio, 2017
Uma ajuda..
Já aqui falei há algum tempo da app que usei durante a gravidez e que adorei - a Ovia Pregnancy (https://www.ovuline.com/). É uma app gratuita, com imensa informação disponibilizada sobre a nossa semana de gravidez, com vídeos e montanhas de informação!
Podemos registar as nossas evoluções de peso, as consultas, por fotografias, ver que medicação ou alimentos são compatíveis com a gravidez, etc,... Eu adorei essa app. Mesmo!! Recomendo.
Tive pena que não fosse adaptada a uma gravidez gemelar. Pesquisei e instalei muitas app, mas nenhuma se adaptava à gravidez de gémeos. Portanto as linhas do peso, o tamanho da barriga e dos bebés, tudo isso tinha que ser ajustado por mim... e é pena...
Não conheço nenhuma app que o faça.
Mas desde que elas nasceram, e sendo duas, alimentadas quase desde o início a Leite Artificial, tinha necessidade de registar a sua alimentação.
Por sugestão de uma amiga, instalei a Sprout Baby (http://sprout-apps.com/), que é uma app paga (pelo menos na app store), mas não estou nada arrependida.
Conseguimos definir vários bebés, e indicar para ele uma série de informações! Peso, consultas, comidas, cocós, extração de leite, ritmos de sono, etc etc etc...
Quase podíamos passar o dia a registar o que o bebé faz... mas não há tempo (nem paciencia para isso).
Como as minhas bebés são chatinhas a comer, ainda hoje registo as horas e a quantidade de leite que cada uma bebeu. E registo quando fazem cocó (que aqui em casa é praí 3 vezes por semana a M, e 2 x por semana a C). Assim nunca me perco. Escusam de estar já para aí a julgar, que com gémeos um pessoa a certa altura ja não sabe mesmo quem é que fez o quê!! É impossível.
Em vez de registar num papel, registo no telemóvel, e posso enviar por email todos os registos (super fácil e prático) para o pai, a pediatra, etc!
Ás vezes não me apetece nada estar a apontar... principalmente as comidas. Mas é útil ter a evolução delas, e perceber como se comportam ao longo do tempo.
Por aí o que é que usam?
Podemos registar as nossas evoluções de peso, as consultas, por fotografias, ver que medicação ou alimentos são compatíveis com a gravidez, etc,... Eu adorei essa app. Mesmo!! Recomendo.
Tive pena que não fosse adaptada a uma gravidez gemelar. Pesquisei e instalei muitas app, mas nenhuma se adaptava à gravidez de gémeos. Portanto as linhas do peso, o tamanho da barriga e dos bebés, tudo isso tinha que ser ajustado por mim... e é pena...
Não conheço nenhuma app que o faça.
Mas desde que elas nasceram, e sendo duas, alimentadas quase desde o início a Leite Artificial, tinha necessidade de registar a sua alimentação.
Por sugestão de uma amiga, instalei a Sprout Baby (http://sprout-apps.com/), que é uma app paga (pelo menos na app store), mas não estou nada arrependida.
Conseguimos definir vários bebés, e indicar para ele uma série de informações! Peso, consultas, comidas, cocós, extração de leite, ritmos de sono, etc etc etc...
Quase podíamos passar o dia a registar o que o bebé faz... mas não há tempo (nem paciencia para isso).
Como as minhas bebés são chatinhas a comer, ainda hoje registo as horas e a quantidade de leite que cada uma bebeu. E registo quando fazem cocó (que aqui em casa é praí 3 vezes por semana a M, e 2 x por semana a C). Assim nunca me perco. Escusam de estar já para aí a julgar, que com gémeos um pessoa a certa altura ja não sabe mesmo quem é que fez o quê!! É impossível.
Em vez de registar num papel, registo no telemóvel, e posso enviar por email todos os registos (super fácil e prático) para o pai, a pediatra, etc!
Ás vezes não me apetece nada estar a apontar... principalmente as comidas. Mas é útil ter a evolução delas, e perceber como se comportam ao longo do tempo.
Por aí o que é que usam?
04 maio, 2017
Rotinas.
Uma coisa que me suscita sempre curiosidade são as rotinas dos bebés!!
Quando comem, quanto comem, quanto e como dormem, como passam os dias.
Desde os 3 meses e meio que elas fazem 5/6 biberões por dia: 00:00 - 08:00 - 12:00 - 15:00 - 19:00 ou 00:30 - 06:30 - 10:00 - 14:00 - 18:00 - 21:30
Dormem seguido da meia-noite às seis e meia ou até às oito (o mais tardar). Bebem o leite mas voltam a dormir até as 11:00/12:00 na cama delas. Durante o dia estão no chão. Em mantinhas a brincar com ginásios, a comer as mãos, a olhar para o ar... Dormem quase sempre entre os biberões durante uma hora. E nunca dormem no quarto. Dormem mesmo no chão, ou nas alcofas (sendo que quase já não cabem lá). Só as deito nas caminhas delas depois do biberão da meia noite.
E essa é a rotina que funciona melhor para nós. Porque nos acompanham durante o dia, e sempre estão com o pai que às vezes só chega a casa às 21:00. E assim, durante a manhã sempre faço alguma coisa enquanto elas dormem (tipo tomar banho e tomar o pequeno-almoço!!, ver os e-mails e tratar da roupa delas).
Só aos 3 meses comecei a pô-las no chão. Mas nota-se uma evolução imensa! Interagem muito mais, palram, sorriem. A M. mexe-se imenso, e torce-se toda. A C. é mais sossegada nesse aspeto, mas delira com os brinquedos!
Antes disso dormiam muito mais, faziam intervalos mais pequenos entre os biberões, fazendo 7 biberões por dia. Passavam o dia ou em cima de uma mesa (grande não se preocupem!), ou nas alcofas. Desde que fizeram os três meses que passam o tempo no chão. A pediatra da Maternidade (onde as gémeas também são seguidas), falou das espreguiçadeiras como se fosse o Diabo, equiparando-as aos andarilhos. Disse que eram péssimas para o bebé... Na verdade eu só tenho uma espreguiçadeira (foi-me emprestada), e elas passavam lá algum tempo desde os 2 meses (mais ou menos), e acho que nunca gostaram muito de lá estar.
Na sala onde passamos os dias não há tv, pelo que vou pondo alguma música no pc para se distrairem. Mas já percebi que adoram as luzes da tv!
Não consigo é pô-las de barriga para baixo... Choram e choram! Bem sei que deviam passar assim algum tempo por dia, vigiadas. Mas nem 2 minutos se aguentam. É uma luta imensa para levantar o pescoço, e começam a chorar... Já vi fotografias de mães que põem os bebés de barriga para baixo apoiados nas almofadas de amamentação. Será que faz o mesmo efeito para os bebés? É que já pus a C. assim e ela aguentou-se até benzito...
Agora (que já têm 16 semanas = quase 4 meses), e já passam mais tempo acordadas, uma das coisas que quero saber é, como estimulá-las? Como fazer com que cresçam a explorar o potencial de cada uma?
Como era (ou é) com os vossos bebés?
E será que as nossas mães tinham as mesmas preocupações que nós hoje em dia??
Quando comem, quanto comem, quanto e como dormem, como passam os dias.
Desde os 3 meses e meio que elas fazem 5/6 biberões por dia: 00:00 - 08:00 - 12:00 - 15:00 - 19:00 ou 00:30 - 06:30 - 10:00 - 14:00 - 18:00 - 21:30
Dormem seguido da meia-noite às seis e meia ou até às oito (o mais tardar). Bebem o leite mas voltam a dormir até as 11:00/12:00 na cama delas. Durante o dia estão no chão. Em mantinhas a brincar com ginásios, a comer as mãos, a olhar para o ar... Dormem quase sempre entre os biberões durante uma hora. E nunca dormem no quarto. Dormem mesmo no chão, ou nas alcofas (sendo que quase já não cabem lá). Só as deito nas caminhas delas depois do biberão da meia noite.
E essa é a rotina que funciona melhor para nós. Porque nos acompanham durante o dia, e sempre estão com o pai que às vezes só chega a casa às 21:00. E assim, durante a manhã sempre faço alguma coisa enquanto elas dormem (tipo tomar banho e tomar o pequeno-almoço!!, ver os e-mails e tratar da roupa delas).
Só aos 3 meses comecei a pô-las no chão. Mas nota-se uma evolução imensa! Interagem muito mais, palram, sorriem. A M. mexe-se imenso, e torce-se toda. A C. é mais sossegada nesse aspeto, mas delira com os brinquedos!
Antes disso dormiam muito mais, faziam intervalos mais pequenos entre os biberões, fazendo 7 biberões por dia. Passavam o dia ou em cima de uma mesa (grande não se preocupem!), ou nas alcofas. Desde que fizeram os três meses que passam o tempo no chão. A pediatra da Maternidade (onde as gémeas também são seguidas), falou das espreguiçadeiras como se fosse o Diabo, equiparando-as aos andarilhos. Disse que eram péssimas para o bebé... Na verdade eu só tenho uma espreguiçadeira (foi-me emprestada), e elas passavam lá algum tempo desde os 2 meses (mais ou menos), e acho que nunca gostaram muito de lá estar.
Na sala onde passamos os dias não há tv, pelo que vou pondo alguma música no pc para se distrairem. Mas já percebi que adoram as luzes da tv!
Não consigo é pô-las de barriga para baixo... Choram e choram! Bem sei que deviam passar assim algum tempo por dia, vigiadas. Mas nem 2 minutos se aguentam. É uma luta imensa para levantar o pescoço, e começam a chorar... Já vi fotografias de mães que põem os bebés de barriga para baixo apoiados nas almofadas de amamentação. Será que faz o mesmo efeito para os bebés? É que já pus a C. assim e ela aguentou-se até benzito...
Agora (que já têm 16 semanas = quase 4 meses), e já passam mais tempo acordadas, uma das coisas que quero saber é, como estimulá-las? Como fazer com que cresçam a explorar o potencial de cada uma?
Como era (ou é) com os vossos bebés?
E será que as nossas mães tinham as mesmas preocupações que nós hoje em dia??
12 abril, 2017
Pior parte I
A pior parte de ser mãe de gémeos é não conseguir pegar ao colo nas duas, e consolá-las quando têm cólicas ao mesmo tempo :(
02 abril, 2017
Singularidade nos Gémeos.
Que tema mais complicado...
Sempre pensei nisto durante a gravidez... apesar de ter tido uma gravidez bi-bi (gémeos falsos), ia ter dois bebés irmãos, que iam nascer ao mesmo tempo. Não sabia se iriam ser do mesmo sexo ou não, mas, caso isso fosse acontecer, como iria eu (e a minha família) fazer para criar duas pessoas respeitando a sua individualidade, sendo que iam fazer (praticamente) tudo ao mesmo tempo??
Não é fácil.
Ainda para mais, quando é tão mais conveniente fazer tudo igual.
Quando estava grávida pensava muito que não as queria vestir de igual. Disse isso a toda a gente. Hoje em dia, na prática do dia-a-dia,isso é muito mais fácil. Na verdade não tenho que pensar tanto, é só pegar e andar. Mesmo nas lojas (apesar de às vezes ser difícil arranjar os tamanhos iguais - tenho sorte que tenho uma mini-M e ando com os tamanhos de roupas delas desencontrados), é mais fácil, e vamos lá ser verdadeiros, também é muito giro vesti-las de igual.
Mas ao mesmo tempo não sei se gosto quando as pessoas as confundem... e eu tenho uma (quase) loira e com menos 1kg do que a minha morena!!!
Quero que sejam duas pessoas, e que sejam respeitadas na sua singularidade e individualidade. Ainda não sei muito bem como, mas vou tentar fazer por isso.
Talvez assinalando/celebrando as diferenças entre elas, e tentar ir adaptando as nossas atitudes à maneira de cada uma.
Mas não sei se quero chegar ao ponto (limite) da nossa pediatra da maternidade.
Na consulta de follow-up que tivémos aos 2 meses, ela disse que as devíamos vestir sempre de forma diferente, devíamos ter alturas em que saímos de casa só com uma (deixando a outra em casa - aos cuidados de quem?), devíamos separá-las naquilo que pudessemos. Ressalvou o facto de que é importante que toda a gente as distinga bem, e celebrou o facto de termos posto nomes bem diferentes às meninas.
Ora... vamos lá escrutinar isto...
Eu concordo perfeitamente que temos que respeitar o feitio, e gostos de cada uma. E que elas não são uma só pessoa. Aliás, desde que nasceram que se vê logo que são bebés bem diferentes. Concordo com as questões da roupa, e com o facto de que toda a gente (para além dos pais) deve conseguir distingui-las bem - um à parte - não acham que só por se usar a palavra "Gémeos", há logo pessoas que acham que os bebés são iguais e não os consegue distinguir?? Ridículo no caso das minhas meninas que são tão diferentes... enfim!!
Sei também que, no futuro, vão existir atividades em que uma nos quer acompanhar mais,e a outra vai querer ficar em casa a ver bonecos ou a jogar qualquer coisa, e que iremos sair de casa só com uma bebé/criança - e ainda bem!! Tempo personalizado só com uma é bom para todos!
Mas, aos 2 meses, qual o benefício de sair só com uma bebé para comprar pão?? Não me sinto mais capaz de sair de casa só com uma, sabendo que poderia perfeitamente ter saído com as duas.
Ainda para mais... eu nasci numa família em que tenho 3 irmãos. Nunca fui filha única... não sou gémea, mas a minha mãe teve 4 filhos entre 1982 e 1987... por isso somos todos muito próximos, e eu sempre andei com a minha irmã para todo o lado. Claro que às vezes calhava sair só com um dos meus pais, mas nada disso era feito de propósito. E nunca me senti mal... sempre senti que havia tempo e atenção para mim.
Acho que as crianças devem crescer com o sentimento da família, e com a maravilha que é ter um irmão. E isso é saber partilhar, e saber estar juntos. Respeitar os momentos de cada um, não obriga a que tenhamos que estar separados.
Os pais de gémeos que andam por aí que me ajudem... Como fazem com os vossos filhos?
Estarei a pensar de forma errada?
Sempre pensei nisto durante a gravidez... apesar de ter tido uma gravidez bi-bi (gémeos falsos), ia ter dois bebés irmãos, que iam nascer ao mesmo tempo. Não sabia se iriam ser do mesmo sexo ou não, mas, caso isso fosse acontecer, como iria eu (e a minha família) fazer para criar duas pessoas respeitando a sua individualidade, sendo que iam fazer (praticamente) tudo ao mesmo tempo??
Não é fácil.
Ainda para mais, quando é tão mais conveniente fazer tudo igual.
Quando estava grávida pensava muito que não as queria vestir de igual. Disse isso a toda a gente. Hoje em dia, na prática do dia-a-dia,isso é muito mais fácil. Na verdade não tenho que pensar tanto, é só pegar e andar. Mesmo nas lojas (apesar de às vezes ser difícil arranjar os tamanhos iguais - tenho sorte que tenho uma mini-M e ando com os tamanhos de roupas delas desencontrados), é mais fácil, e vamos lá ser verdadeiros, também é muito giro vesti-las de igual.
Mas ao mesmo tempo não sei se gosto quando as pessoas as confundem... e eu tenho uma (quase) loira e com menos 1kg do que a minha morena!!!
Quero que sejam duas pessoas, e que sejam respeitadas na sua singularidade e individualidade. Ainda não sei muito bem como, mas vou tentar fazer por isso.
Talvez assinalando/celebrando as diferenças entre elas, e tentar ir adaptando as nossas atitudes à maneira de cada uma.
Mas não sei se quero chegar ao ponto (limite) da nossa pediatra da maternidade.
Na consulta de follow-up que tivémos aos 2 meses, ela disse que as devíamos vestir sempre de forma diferente, devíamos ter alturas em que saímos de casa só com uma (deixando a outra em casa - aos cuidados de quem?), devíamos separá-las naquilo que pudessemos. Ressalvou o facto de que é importante que toda a gente as distinga bem, e celebrou o facto de termos posto nomes bem diferentes às meninas.
Ora... vamos lá escrutinar isto...
Eu concordo perfeitamente que temos que respeitar o feitio, e gostos de cada uma. E que elas não são uma só pessoa. Aliás, desde que nasceram que se vê logo que são bebés bem diferentes. Concordo com as questões da roupa, e com o facto de que toda a gente (para além dos pais) deve conseguir distingui-las bem - um à parte - não acham que só por se usar a palavra "Gémeos", há logo pessoas que acham que os bebés são iguais e não os consegue distinguir?? Ridículo no caso das minhas meninas que são tão diferentes... enfim!!
Sei também que, no futuro, vão existir atividades em que uma nos quer acompanhar mais,e a outra vai querer ficar em casa a ver bonecos ou a jogar qualquer coisa, e que iremos sair de casa só com uma bebé/criança - e ainda bem!! Tempo personalizado só com uma é bom para todos!
Mas, aos 2 meses, qual o benefício de sair só com uma bebé para comprar pão?? Não me sinto mais capaz de sair de casa só com uma, sabendo que poderia perfeitamente ter saído com as duas.
Ainda para mais... eu nasci numa família em que tenho 3 irmãos. Nunca fui filha única... não sou gémea, mas a minha mãe teve 4 filhos entre 1982 e 1987... por isso somos todos muito próximos, e eu sempre andei com a minha irmã para todo o lado. Claro que às vezes calhava sair só com um dos meus pais, mas nada disso era feito de propósito. E nunca me senti mal... sempre senti que havia tempo e atenção para mim.
Acho que as crianças devem crescer com o sentimento da família, e com a maravilha que é ter um irmão. E isso é saber partilhar, e saber estar juntos. Respeitar os momentos de cada um, não obriga a que tenhamos que estar separados.
Os pais de gémeos que andam por aí que me ajudem... Como fazem com os vossos filhos?
Estarei a pensar de forma errada?
28 março, 2017
Sair de casa.
Sair de casa com um carrinho de gémeos é uma atração.
Parecemos uma coisa estranha... é giro os olhares, os comentários e as conversas que acabamos por ter à conta de termos 2 bebés pequenos.
Somos principalmente abordados por pais e avós de gémeos, ou por pessoas que sejam gémeas!
Mas não é isso que me faz escrever este post. Este post é sobre sair de casa com as gémeas, mas SOZINHA!!
Sim. É possível. Com um mês eu saí de casa com elas sozinha. Não é fácil pensar no assunto, porque é muita logística - principalmente para quem nunca foi mãe, como eu!
Montar o carrinho (neste caso o meu com os adaptadores diferentes - ver AQUI), por as miúdas nos ovos, arranjá-las, preparar o saco das fraldas, e mentalizarmo-nos para o põe-tira ovinhos (se sairmos de carro), e ainda ter forças para ir fazer o que vamos de facto fazer à rua.
Tenho saido com elas, mas confesso que as vezes também o evito fazer: porque ainda são pequenas (e uma vez que fomos dar uma volta ao parque, apareceram constipadas no dia seguinte - coincidência?), e por todo o trabalho que dá.
Mas devo dizer que temos que resistir a esta preguicite!! Faz bem aos pais e aos filhos!! E como eu já disse, é mesmo giro ver a reacção das pessoas... dificilmente passamos despercebidos... Embora como o nosso carrinho é tão compacto, as pessoas às vezes só percebem que são gémeos depois de já estarem especadas a olhar!
Conselhos para sair de casa sozinha(o) com os bebés:
- sair nos intervalos dos biberões
- se for para consultas médicas, ter roupa fácil de vestir e despir
- ter sempre o saco de fraldas pronto
- fazer percursos curtos
- levar sempre o Aero-Om (nunca se sabe...)
Na verdade nunca mudei uma fralda fora de casa nestes passeios sozinha... elas adormecem com o balancear do carrinho, e passam quase o tempo todo a dormir, pelo que nem as tiro dos ovinhos/alcofa. Isto deve servir de reforço na vossa confiança... os bebés adormecem com o embalo, pelo que sair de casa com eles, é quase sempre uma boa opção!
Uma vez que ainda estamos no inverno, e estas bebés apanharam estes primeiros meses de vida de vento, frio e chuva, não tem sido sempre fácil ou sequer aconselhável sair.
Mas é possível!! Aventurem-se :)
Sair com companhia é melhor!! E assim já saímos varias vezes para jantar fora em restaurantes, casa de familiares e amigos.
No saco das fraldas é só acrescentar biberões esterilizados, pó do leite. Podem levar agua fervida no termo, ou pedir que vos arranjem água fervida no sítio para onde vão. Tudo se faz :)
Ainda não dormimos fora de casa com elas... mas vai estar para breve!! Ai ai... aí é que vai ser! Levar a casa atrás... enfim! Veremos :)
Parecemos uma coisa estranha... é giro os olhares, os comentários e as conversas que acabamos por ter à conta de termos 2 bebés pequenos.
Somos principalmente abordados por pais e avós de gémeos, ou por pessoas que sejam gémeas!
Mas não é isso que me faz escrever este post. Este post é sobre sair de casa com as gémeas, mas SOZINHA!!
Sim. É possível. Com um mês eu saí de casa com elas sozinha. Não é fácil pensar no assunto, porque é muita logística - principalmente para quem nunca foi mãe, como eu!
Montar o carrinho (neste caso o meu com os adaptadores diferentes - ver AQUI), por as miúdas nos ovos, arranjá-las, preparar o saco das fraldas, e mentalizarmo-nos para o põe-tira ovinhos (se sairmos de carro), e ainda ter forças para ir fazer o que vamos de facto fazer à rua.
Tenho saido com elas, mas confesso que as vezes também o evito fazer: porque ainda são pequenas (e uma vez que fomos dar uma volta ao parque, apareceram constipadas no dia seguinte - coincidência?), e por todo o trabalho que dá.
Mas devo dizer que temos que resistir a esta preguicite!! Faz bem aos pais e aos filhos!! E como eu já disse, é mesmo giro ver a reacção das pessoas... dificilmente passamos despercebidos... Embora como o nosso carrinho é tão compacto, as pessoas às vezes só percebem que são gémeos depois de já estarem especadas a olhar!
Conselhos para sair de casa sozinha(o) com os bebés:
- sair nos intervalos dos biberões
- se for para consultas médicas, ter roupa fácil de vestir e despir
- ter sempre o saco de fraldas pronto
- fazer percursos curtos
- levar sempre o Aero-Om (nunca se sabe...)
Na verdade nunca mudei uma fralda fora de casa nestes passeios sozinha... elas adormecem com o balancear do carrinho, e passam quase o tempo todo a dormir, pelo que nem as tiro dos ovinhos/alcofa. Isto deve servir de reforço na vossa confiança... os bebés adormecem com o embalo, pelo que sair de casa com eles, é quase sempre uma boa opção!
Uma vez que ainda estamos no inverno, e estas bebés apanharam estes primeiros meses de vida de vento, frio e chuva, não tem sido sempre fácil ou sequer aconselhável sair.
Mas é possível!! Aventurem-se :)
Sair com companhia é melhor!! E assim já saímos varias vezes para jantar fora em restaurantes, casa de familiares e amigos.
No saco das fraldas é só acrescentar biberões esterilizados, pó do leite. Podem levar agua fervida no termo, ou pedir que vos arranjem água fervida no sítio para onde vão. Tudo se faz :)
Ainda não dormimos fora de casa com elas... mas vai estar para breve!! Ai ai... aí é que vai ser! Levar a casa atrás... enfim! Veremos :)
26 março, 2017
Fraldas
Sim.
Muita fralda se gasta cá em casa. Os números são verdadeiros... e sinceramente não percebo ainda porque há pessoas que dizem - Não faças stock de fraldas! Eles crescem rápido.
Stock digo que comprei cerca de 15 pacotes de fraldas entre o tamanho 0 e 1, ainda antes de elas nascerem. Posso dizer que não duraram um mês.
Atenção que as opiniões expressas em baixo são as de uma mãe de duas bebés com 2 meses e meio, e que só usou fraldas dos tamanhos 0,1 e 2 até ao momento!!
MARCAS
Na altura da gravidez comprei várias marcas para experimentar: Dodot Sensitive, Libero, Chicco, Continente, Jumbo e Pingo Doce.
Aos dois meses de vida das minhas bebés, posso dizer que as minhas fraldas preferidas são as da Dodot. Basta experimentar para perceber que são as melhores em qualidade: os elásticos, os fechos, a absorção, o toque... esqueçam! Não encontram nada melhor. Felizmente as minhas filhas não fazem alergia a esta marca, que considero mesmo muito superior às restantes.
Nota 0 vai para as fraldas da marca Jumbo: esqueçam! Fecham mal, deixam os rabinhos húmidos, são finas... e também para a Chicco. Porquê? Acho que principalmente porque me desiludiu a marca... antes de engravidar pensava que a Chicco era o melhor que havia para bebé... Agora que tenho filhos, e começo a usar alguns produtos da marca, vejo que, na maioria das vezes, há produtos bem melhores de outras marcas.
Voltando às fraldas da Chicco, acho que não são nada de especial, ficando ao nível das fraldas Pingo Doce, Continente e Libero, que são fraldas boas. Pelo preço não compensam mesmo.
As fraldas Pingo Doce, Continente e Libero são boas. Usaria novamente estas marcas, caso não haja Dodot em promoção e eu precise de fraldas...
TAMANHOS
E sim, com gémeos comprei várias vezes fraldas tamanho 0. E sim, compensa. Compensa porque são mais baratas, e porque se ajustam mesmo bem ao tamanho deles.
Então é assim... as fraldas Dodot Sensitive organizam-se nos tamanhos:
T0 - até 3 kg
T1 - 2 a 5kg
T2 - 3 a 6kg
Até ao T3 eles consideram todas fraldas de Recém-Nascido. Isto porque cada bebé é um, e tem o seu tipo de corpo. Há sempre ali aquela margem de manobra entre os kg. Neste momento a minha M. pesa 3,5kg e usa as mesmas fraldas da irmã com 4,5kg, o T2. Claro que a M. usava o T1 à vontade, mas acabaram aqui em casa, e como apanhei óptimas promoções do T2, as duas estão a usar este tamanho.
QUANTAS FRALDAS SE GASTAM?
Sempre que comem, mudamos a fralda. Esse é o princípio. Assim, nos primeiros tempos eram 8 fraldas por dia, e agora seriam 6 a 7 fraldas por dia. Fora as vezes que elas fazem coco mesmo quando estamos a fechar a fralda nova....
Portanto, nesta fase cerca de 12/14 fraldas por dia... Querem mesmo fazer mais contas?
ONDE COMPRAR?
Resposta óbvia - onde estiverem em promoção. Aconselho a visitarem os sites dos diferentes hiper e supermercados regularmente - Jumbo, Continente, Pingo Doce, Lidl, E.Leclerc, etc.
Por várias vezes comprei também no site da Bebitus, onde se arranjam excelentes promoções (tenham só atenção aos valores dos portes!!).
Muita fralda se gasta cá em casa. Os números são verdadeiros... e sinceramente não percebo ainda porque há pessoas que dizem - Não faças stock de fraldas! Eles crescem rápido.
Stock digo que comprei cerca de 15 pacotes de fraldas entre o tamanho 0 e 1, ainda antes de elas nascerem. Posso dizer que não duraram um mês.
Atenção que as opiniões expressas em baixo são as de uma mãe de duas bebés com 2 meses e meio, e que só usou fraldas dos tamanhos 0,1 e 2 até ao momento!!
MARCAS
Na altura da gravidez comprei várias marcas para experimentar: Dodot Sensitive, Libero, Chicco, Continente, Jumbo e Pingo Doce.
Aos dois meses de vida das minhas bebés, posso dizer que as minhas fraldas preferidas são as da Dodot. Basta experimentar para perceber que são as melhores em qualidade: os elásticos, os fechos, a absorção, o toque... esqueçam! Não encontram nada melhor. Felizmente as minhas filhas não fazem alergia a esta marca, que considero mesmo muito superior às restantes.
Nota 0 vai para as fraldas da marca Jumbo: esqueçam! Fecham mal, deixam os rabinhos húmidos, são finas... e também para a Chicco. Porquê? Acho que principalmente porque me desiludiu a marca... antes de engravidar pensava que a Chicco era o melhor que havia para bebé... Agora que tenho filhos, e começo a usar alguns produtos da marca, vejo que, na maioria das vezes, há produtos bem melhores de outras marcas.
Voltando às fraldas da Chicco, acho que não são nada de especial, ficando ao nível das fraldas Pingo Doce, Continente e Libero, que são fraldas boas. Pelo preço não compensam mesmo.
As fraldas Pingo Doce, Continente e Libero são boas. Usaria novamente estas marcas, caso não haja Dodot em promoção e eu precise de fraldas...
TAMANHOS
E sim, com gémeos comprei várias vezes fraldas tamanho 0. E sim, compensa. Compensa porque são mais baratas, e porque se ajustam mesmo bem ao tamanho deles.
Então é assim... as fraldas Dodot Sensitive organizam-se nos tamanhos:
T0 - até 3 kg
T1 - 2 a 5kg
T2 - 3 a 6kg
Até ao T3 eles consideram todas fraldas de Recém-Nascido. Isto porque cada bebé é um, e tem o seu tipo de corpo. Há sempre ali aquela margem de manobra entre os kg. Neste momento a minha M. pesa 3,5kg e usa as mesmas fraldas da irmã com 4,5kg, o T2. Claro que a M. usava o T1 à vontade, mas acabaram aqui em casa, e como apanhei óptimas promoções do T2, as duas estão a usar este tamanho.
QUANTAS FRALDAS SE GASTAM?
Sempre que comem, mudamos a fralda. Esse é o princípio. Assim, nos primeiros tempos eram 8 fraldas por dia, e agora seriam 6 a 7 fraldas por dia. Fora as vezes que elas fazem coco mesmo quando estamos a fechar a fralda nova....
Portanto, nesta fase cerca de 12/14 fraldas por dia... Querem mesmo fazer mais contas?
ONDE COMPRAR?
Resposta óbvia - onde estiverem em promoção. Aconselho a visitarem os sites dos diferentes hiper e supermercados regularmente - Jumbo, Continente, Pingo Doce, Lidl, E.Leclerc, etc.
Por várias vezes comprei também no site da Bebitus, onde se arranjam excelentes promoções (tenham só atenção aos valores dos portes!!).
21 março, 2017
Keep in Mind.
DORMIR É MEIO SUSTENTO.
Sim,... isto anda bonito!
Já me tornei adepta dos ditados populares e tudo!... Não é que estas meninas se recusem a comer na totalidade... elas comem, mas só e apenas o que lhes apetece. Depois é cá um fecha a boca... meu deus!!
Não comem como as bebés da idade delas, nem tão pouco o que vem na lata, nem o que está preconizado para o seu peso (ver aqui).
Comem aquilo que lhes apetece no momento, e azar para o resto! Nós já compramos 3 leites diferentes, e (quase) todos os biberões do mercado... Não há nada a fazer.
Elas não choram com fome, e andam genericamente felizes! Riem, já querem palrar, dormem, adoram o banho.
Comer deve ser só para sobreviver.
E como dormem muito... e dormem bem,... não deve ser nada... lá está, dormir é meio sustento!
Acho que é mesmo só a mãe que já vive com medo-pânico-terror da balança do centro de saúde...
Haja Deus!!
Sim,... isto anda bonito!
Já me tornei adepta dos ditados populares e tudo!... Não é que estas meninas se recusem a comer na totalidade... elas comem, mas só e apenas o que lhes apetece. Depois é cá um fecha a boca... meu deus!!
Não comem como as bebés da idade delas, nem tão pouco o que vem na lata, nem o que está preconizado para o seu peso (ver aqui).
Comem aquilo que lhes apetece no momento, e azar para o resto! Nós já compramos 3 leites diferentes, e (quase) todos os biberões do mercado... Não há nada a fazer.
Elas não choram com fome, e andam genericamente felizes! Riem, já querem palrar, dormem, adoram o banho.
Comer deve ser só para sobreviver.
E como dormem muito... e dormem bem,... não deve ser nada... lá está, dormir é meio sustento!
Acho que é mesmo só a mãe que já vive com medo-pânico-terror da balança do centro de saúde...
Haja Deus!!
17 março, 2017
2 meses e 2 semanas.
Tenho estado ausente.
Muito que fazer, alguma desinspiração, e o início da minha atividade laboral (ainda que a partir de casa), têm feito com que não venha aqui desabafar, contar as peripécias do nosso dia-a-dia, e deixar as minhas memórias destes primeiros meses.
Posso dizer que está bem mais calmo daquilo que foi o nosso primeiro mês. Estamos mais confiantes, confiamos mais no nosso instinto, e também nas pessoas à nossa volta.
Contudo, temos tido muito acompanhamento médico - o que por um lado é bom, por outro também é muito cansativo, e exasperante. É ir com elas ao Centro de Saúde, ao Pediatra particular, e às consultas de Follow-Up na maternidade. Felizmente que temos estas possibilidades. É verdade. E muitas vezes (a maior parte das vezes) é uma ajuda. Outras vezes só serve para stressar.
Continuamos na nossa luta do ganha peso. Felizmente não é o ganha-perde. É o ganha o suficiente, ganha menos do que o suficiente. Come bem ou não come bem. Faz cocó ou não faz. E muitas (muitas!!!) opiniões diferentes, mesmo entre os profissionais.
Posso dizer, que estou mais relaxada nestes assuntos. Não come é porque não quer, não vale a pena stressar. Não faz cocó hoje, faz amanhã. E elas estão saudáveis e bem. Isso tenho a certeza.
Tem sido muito muito bom ser mãe destas gordinhas. Fora algumas cólicas e alguns dias menos bons (nomeadamente nas vacinas!), estas meninas são uns anjinhos. Deixam os pais dormir, são meiguinhas e felizes.
Tenciono vir agora aqui mais vezes falar dos nossos dias e dos assuntos que nos assaltam.
O que querem saber??
Muito que fazer, alguma desinspiração, e o início da minha atividade laboral (ainda que a partir de casa), têm feito com que não venha aqui desabafar, contar as peripécias do nosso dia-a-dia, e deixar as minhas memórias destes primeiros meses.
Posso dizer que está bem mais calmo daquilo que foi o nosso primeiro mês. Estamos mais confiantes, confiamos mais no nosso instinto, e também nas pessoas à nossa volta.
Contudo, temos tido muito acompanhamento médico - o que por um lado é bom, por outro também é muito cansativo, e exasperante. É ir com elas ao Centro de Saúde, ao Pediatra particular, e às consultas de Follow-Up na maternidade. Felizmente que temos estas possibilidades. É verdade. E muitas vezes (a maior parte das vezes) é uma ajuda. Outras vezes só serve para stressar.
Continuamos na nossa luta do ganha peso. Felizmente não é o ganha-perde. É o ganha o suficiente, ganha menos do que o suficiente. Come bem ou não come bem. Faz cocó ou não faz. E muitas (muitas!!!) opiniões diferentes, mesmo entre os profissionais.
Posso dizer, que estou mais relaxada nestes assuntos. Não come é porque não quer, não vale a pena stressar. Não faz cocó hoje, faz amanhã. E elas estão saudáveis e bem. Isso tenho a certeza.
Tem sido muito muito bom ser mãe destas gordinhas. Fora algumas cólicas e alguns dias menos bons (nomeadamente nas vacinas!), estas meninas são uns anjinhos. Deixam os pais dormir, são meiguinhas e felizes.
Tenciono vir agora aqui mais vezes falar dos nossos dias e dos assuntos que nos assaltam.
O que querem saber??
26 fevereiro, 2017
Vida.
No ventre de uma mulher grávida, dois bebés falavam:
- Acreditas na vida pós-parto?
- Claro. Tem que haver alguma coisa. Se calhar estamos aqui a preparar-nos para o que vamos ser.
- Disparate! Não há vida depois do parto. Como é que seria verdadeiramente essa vida?
- Não sei, mas com certeza deve haver mais luz que aqui. Talvez até consigas andar com os próprios pés e comer com a própria boca.
- Isso é absurdo! Andar é impossível! E comer com a boca!? Completamente ridículo! O cordão umbilical é que nos alimenta. Só te digo isto: A vida após o parto não é possível. O cordão umbilical é muito curto!
- Eu cá tenho a certeza que há alguma coisa. Com certeza apenas diferente daquilo a que estamos habituados aqui.
- Mas nunca ninguém voltou de lá para contar... o parto é o final e mais nada! Angústia prolongada na escuridão.
- Bom, não sei como é que vai ser depois do parto, mas tenho a certeza que a Mãe vai tratar de nós.
- Mãe? Acreditas nisso!? E onde é que ela supostamente está?!
- Onde? Em tudo à nossa volta! Vivemos nela e através dela. Sem ela nada existiria.
- Eu não acredito nisso! Nunca vi Mãe nenhuma porque simplesmente não existe.
- Então, mas quando estamos em silêncio não a consegues ouvir cantar e falar? E não a sentes a afagar o nosso mundo? Sabes, eu acho mesmo que nos espera a vida real e que esta é só uma preparação para ela...
- Esquece! Isso são aquelas tretas da fé...
(autor:??)
09 fevereiro, 2017
23 janeiro, 2017
22 janeiro, 2017
A amamentação o aleitamento.
Chegámos ao quarto e tivemos logo as primeiras visitas dos avós, e primos.
Fomos recebidas pela Enfermeira Chefe do internamento que logo das primeiras perguntas que fez foi: pretende amamentar?
Não me lembro bem se cheguei a falar deste assunto aqui no blog... mas na verdade preparei-me toda a gravidez para todos os cenários, tendo a certeza de que amamentar ambas as bebés ia ser missão quase impossível.
Estando a M. na UCIN, sabia que a sua alimentação observação controlada de outra forma, e amamentar nestas primeiras horas/dias não ia ser possível. Com as minhas reservas, disse que gostava de pelo menos tentar!
Respondi que com certeza não ia sair nada! Mas a verdade é que, mal me meteeram a menina ao peito, e a enfermeira ajudou a apertar ligeiramente a mama, saiu logo o colostro!
Posso dizer que amamentar a C. nos primeiros dias foi mesmo muito satisfatório! É uma sensação difícil de explicar. Sente-se uma grande paz e felicidade!
Mas, talvez por ter feito cesariana (ou não), demorou 5 dias para me subir o leite propriamente dito.
Isto trocou-nos as voltas todas...
Isto porque a C. começou a perder peso, e ao fim de uns 3/4 dias na maternidade, a pediatra receitou 8 biberões diários para a C. Ao mesmo tempo a M. não estava a aumentar de peso e quiseram colocar a sonda de alimentação. A pediatra aconselhou a que eu tentasse amamentar a M. para lhe passar as minhas defesas. Tentando dar-lhe diretamente, ou tirar com a bomba e levar.
Isto com dois bebes não é nada fácil de gerir... mais estando uma em cada piso, eu muito limitada da minha cicatriz (só andava entre os pisos em cadeira de rodas), e com os horários controlados entre as manadas de uma e de outra!
Para ir dar peito à M. alguém tinha que ficar com a C. - nos horários das visitas, ficavam as nossas visitas, ou então tinha que deixar a C. com os enfermeiros.
Foi (e ainda é) uma logística complicada.
Até hoje, 11 dias depois do nascimento das bebes, a C. mantém-se com Leite Artificial (LA) exclusivo - porque ainda não recuperou o peso do parto. A M. está em regime duplo: LA+LM, porque o leite que eu tiro, e o leite que lhe dou quando estou com ela, não chega para as 8 refeições diárias.
Agora... nem me façam falar de biberões e tetinas!! E ainda estamos só com a C. em casa... primeiro que os bebes se adaptem aos biberões é cá um filme... e só vos digo - sigam os vossos instintos! No dia após ter vindo para casa (domingo), comentei com o meu marido que achava melhor furar os biberões. Achava que a C. não estava a comer como fazia no hospital e que aquelas tetinas da moda a imitar mamilos eram muito giras mas não servem para bebes em LA exclusivo e a precisar de aumentar de peso!!
Bem dito, bem feito. A menina continuou a perder peso, e na 4af furámos todos os biberões.
E a menina come bem.
Sobre tirar leite com a bomba... uso uma eléctrica e é o mínimo!! Não sei como usam bombas manuais... mas não gosto. Faço pela minha M. Mas não é nada que eu goste... e sai tão pouquinho... espero que seja o suficiente para proteger a minha pequenina.
E enquanto tiver, vou tirar. E vou dar.
Mas não vale a pena julgar, e nem me venham com palpites!! Só aceito conselhos de mães de gémeos que tenham tido um bebé em casa e outro na UCIN. (Desculpem o mau feitio... mas não vos passa aquilo que eu ouço estes dias...)
Amamentar é mesmo bonito (agora percebo), e mais barato e deve ser prático. Mas o aleitamento materno é igualmente satisfatório, desde que cumpra os objetivos :)
Fomos recebidas pela Enfermeira Chefe do internamento que logo das primeiras perguntas que fez foi: pretende amamentar?
Não me lembro bem se cheguei a falar deste assunto aqui no blog... mas na verdade preparei-me toda a gravidez para todos os cenários, tendo a certeza de que amamentar ambas as bebés ia ser missão quase impossível.
Estando a M. na UCIN, sabia que a sua alimentação observação controlada de outra forma, e amamentar nestas primeiras horas/dias não ia ser possível. Com as minhas reservas, disse que gostava de pelo menos tentar!
Respondi que com certeza não ia sair nada! Mas a verdade é que, mal me meteeram a menina ao peito, e a enfermeira ajudou a apertar ligeiramente a mama, saiu logo o colostro!
Posso dizer que amamentar a C. nos primeiros dias foi mesmo muito satisfatório! É uma sensação difícil de explicar. Sente-se uma grande paz e felicidade!
Mas, talvez por ter feito cesariana (ou não), demorou 5 dias para me subir o leite propriamente dito.
Isto trocou-nos as voltas todas...
Isto porque a C. começou a perder peso, e ao fim de uns 3/4 dias na maternidade, a pediatra receitou 8 biberões diários para a C. Ao mesmo tempo a M. não estava a aumentar de peso e quiseram colocar a sonda de alimentação. A pediatra aconselhou a que eu tentasse amamentar a M. para lhe passar as minhas defesas. Tentando dar-lhe diretamente, ou tirar com a bomba e levar.
Isto com dois bebes não é nada fácil de gerir... mais estando uma em cada piso, eu muito limitada da minha cicatriz (só andava entre os pisos em cadeira de rodas), e com os horários controlados entre as manadas de uma e de outra!
Para ir dar peito à M. alguém tinha que ficar com a C. - nos horários das visitas, ficavam as nossas visitas, ou então tinha que deixar a C. com os enfermeiros.
Foi (e ainda é) uma logística complicada.
Até hoje, 11 dias depois do nascimento das bebes, a C. mantém-se com Leite Artificial (LA) exclusivo - porque ainda não recuperou o peso do parto. A M. está em regime duplo: LA+LM, porque o leite que eu tiro, e o leite que lhe dou quando estou com ela, não chega para as 8 refeições diárias.
Agora... nem me façam falar de biberões e tetinas!! E ainda estamos só com a C. em casa... primeiro que os bebes se adaptem aos biberões é cá um filme... e só vos digo - sigam os vossos instintos! No dia após ter vindo para casa (domingo), comentei com o meu marido que achava melhor furar os biberões. Achava que a C. não estava a comer como fazia no hospital e que aquelas tetinas da moda a imitar mamilos eram muito giras mas não servem para bebes em LA exclusivo e a precisar de aumentar de peso!!
Bem dito, bem feito. A menina continuou a perder peso, e na 4af furámos todos os biberões.
E a menina come bem.
Sobre tirar leite com a bomba... uso uma eléctrica e é o mínimo!! Não sei como usam bombas manuais... mas não gosto. Faço pela minha M. Mas não é nada que eu goste... e sai tão pouquinho... espero que seja o suficiente para proteger a minha pequenina.
E enquanto tiver, vou tirar. E vou dar.
Mas não vale a pena julgar, e nem me venham com palpites!! Só aceito conselhos de mães de gémeos que tenham tido um bebé em casa e outro na UCIN. (Desculpem o mau feitio... mas não vos passa aquilo que eu ouço estes dias...)
Amamentar é mesmo bonito (agora percebo), e mais barato e deve ser prático. Mas o aleitamento materno é igualmente satisfatório, desde que cumpra os objetivos :)
20 janeiro, 2017
O parto.
Acordei na 2af com um telefonema a dizer: A sua cesariana está marcada para dia 10. Eu fiquei tão baralhada que perguntei... desculpe, dia 10? A voz respondeu, Sim, dia 10 de janeiro, amanhã.
Fiz os primeiros telefonemas a avisar da efeméride, embora poucos, porque nos também precisamos de processar essa informação.
Passei o dia em casa dos meus pais, a ajudar a minha sobrinha mais velha (4anos) a fazer uma árvore genealógica para a escola. Tratei de fechar as malas, tratar de últimos assuntos pendentes. Passamos a noite com a família dos dois lados... todos felizes com o dia seguinte.
Ao deitar não conseguíamos nem pensar, nem falar. Mas fomos dormir (e conseguimos dormir!) até quase à hora de entrar na Maternidade.
Fomos os dois, fui preparada, e pelas 10:00 estava deitada num quarto a aguardar ter vaga na sala de partos para a cesariana. O pai não foi assistir, porque acho que iriam ter mais um paciente para cuidar!! Mas tivemos lá a avó bem de perto :)
Infelizmente na maternidade onde as bebes nasceram, e apesar da lei permitir um acompanhante durante todo o trabalho de parto - mesmo cesarianas -, não há condições para receber os acompanhantes! Felizmente não me importei muito, mas só ter esta informação quase a entrar pra o bloco é um pouco indelicado...
Pelas 11:00 fui para a sala de partos, mas algumas urgências fizeram com que apenas pelas 12:00 se iniciasse a preparação com a administração da epidural,
Até lá, os momentos foram de alguns tremores e ansiedade, felizmente amenizados pelos cuidados dos profissionais da sala de partos: anestesistas, médicos e enfermeiros.
O mundo é uma ervilha, e dei por mim a conhecer (por motivos profissionais), uma das obstetras e uma das enfermeiras da sala de partos. Fomos conversando e a coisa passou.
Momentos antes do corte puseram-me um pano e parece que deixei de estar ali: todas as conversas eram sobre o meu estado vital, e o que se estava a passar do peito para baixo.
É engraçado que não senti qualquer dor, mas percebia que estavam a mexer... curioso como funcionam estes medicamentos!! Tinha a sensação que poderia mexer as pernas se quisesse, embora tenha perdido a sensibilidade à dor, parece que ainda sentia as pernas. Não me sei explicar melhor...
O período que mais me custou lá estar, foi até ao nascimento da C. (o G1), que era um bebe bem grande - segundo as médicas. Depois fiquei mais tranquila... foram apenas uns minutos mais até nascer a M.
A partir de aí fiquei mesmo bem, em paz. Como já disse, levaram as bebes para observação na sala ao lado, onde estava a avó e muitos outros profissionais para as receber. Foram-me dando notícias das bebes, tal como o seu estado geral, peso, etc.
Não tenho noção do tempo que passou, mas talvez tenha ficado a ser cosida cerca de 30min, mais 30min em recobro.
Os pontos que me deram são intradérmicos, exceptuando os últimos pontos, ou seja, um ponto de cada lado à moda antiga, que já tirei no centro de saúde, 8 dias após o parto.
Recebemos os parabéns de toda a gente que passava, e eu estava muito feliz, embora cansada da ansiedade!
Quando me transportaram para o quarto já levava comigo a C., e no corredor tinha a família à nossa espera.
Subi para o quarto onde tanta coisa se ia passar...
Fiz os primeiros telefonemas a avisar da efeméride, embora poucos, porque nos também precisamos de processar essa informação.
Passei o dia em casa dos meus pais, a ajudar a minha sobrinha mais velha (4anos) a fazer uma árvore genealógica para a escola. Tratei de fechar as malas, tratar de últimos assuntos pendentes. Passamos a noite com a família dos dois lados... todos felizes com o dia seguinte.
Ao deitar não conseguíamos nem pensar, nem falar. Mas fomos dormir (e conseguimos dormir!) até quase à hora de entrar na Maternidade.
Fomos os dois, fui preparada, e pelas 10:00 estava deitada num quarto a aguardar ter vaga na sala de partos para a cesariana. O pai não foi assistir, porque acho que iriam ter mais um paciente para cuidar!! Mas tivemos lá a avó bem de perto :)
Infelizmente na maternidade onde as bebes nasceram, e apesar da lei permitir um acompanhante durante todo o trabalho de parto - mesmo cesarianas -, não há condições para receber os acompanhantes! Felizmente não me importei muito, mas só ter esta informação quase a entrar pra o bloco é um pouco indelicado...
Pelas 11:00 fui para a sala de partos, mas algumas urgências fizeram com que apenas pelas 12:00 se iniciasse a preparação com a administração da epidural,
Até lá, os momentos foram de alguns tremores e ansiedade, felizmente amenizados pelos cuidados dos profissionais da sala de partos: anestesistas, médicos e enfermeiros.
O mundo é uma ervilha, e dei por mim a conhecer (por motivos profissionais), uma das obstetras e uma das enfermeiras da sala de partos. Fomos conversando e a coisa passou.
Momentos antes do corte puseram-me um pano e parece que deixei de estar ali: todas as conversas eram sobre o meu estado vital, e o que se estava a passar do peito para baixo.
É engraçado que não senti qualquer dor, mas percebia que estavam a mexer... curioso como funcionam estes medicamentos!! Tinha a sensação que poderia mexer as pernas se quisesse, embora tenha perdido a sensibilidade à dor, parece que ainda sentia as pernas. Não me sei explicar melhor...
O período que mais me custou lá estar, foi até ao nascimento da C. (o G1), que era um bebe bem grande - segundo as médicas. Depois fiquei mais tranquila... foram apenas uns minutos mais até nascer a M.
A partir de aí fiquei mesmo bem, em paz. Como já disse, levaram as bebes para observação na sala ao lado, onde estava a avó e muitos outros profissionais para as receber. Foram-me dando notícias das bebes, tal como o seu estado geral, peso, etc.
Não tenho noção do tempo que passou, mas talvez tenha ficado a ser cosida cerca de 30min, mais 30min em recobro.
Os pontos que me deram são intradérmicos, exceptuando os últimos pontos, ou seja, um ponto de cada lado à moda antiga, que já tirei no centro de saúde, 8 dias após o parto.
Recebemos os parabéns de toda a gente que passava, e eu estava muito feliz, embora cansada da ansiedade!
Quando me transportaram para o quarto já levava comigo a C., e no corredor tinha a família à nossa espera.
Subi para o quarto onde tanta coisa se ia passar...
19 janeiro, 2017
E o peso?
Sim... nestes primeiros dias é tudo uma loucura!...
E as principais preocupações são os pesos das bebés- estão a engordar? Comem bem? Neste departamento temos tido as nossas chatices com ambas as bebes. A M. porque nasceu com baixo peso... e porque não sente necessidade de se alimentar (embora com a sonda esteja num circuito de peso ascendente, já tendo ultrapassado o peso do nascimento!).
A C. é muito preguiçosa de comer!! Para além de andar no perde-ganhas, ainda está longe do peso de nascimento... estamos neste momento com um plano de engorda, e no sábado está bebe tem que pesar mais 80 gramas pelo menos... se não também já temos ameaça de sonda... e era o que me fltava ficar sem as minhas duas bebes.
Mais vale sedarem-me....
Enfim.
E o peso da mãe??
Sim, este assunto que tanto me intrigou na gravidez!!
Vamos a contas!
No início da gravidez pesava 57kg. Engordei um total de 16kg na gravidez, chegando aos 73kg na consulta que tive 5 dias antes do parto.
Quando sai da maternidade (5 dias de internamento) pesava 61,9kg - uma perda de 11kg.
Agora só o tempo dirá! É estranho sentir a barriga mole, e meia sem definição! Mas estou muito satisfeita com o aspeto geral da coisa até agora!... a cicatriz ficou bem perfeitinha (segundo me parece para já que ainda estou um pouco inchada), e a barriga está sem estrias, a ir todos os dias um bocadinho ao sítio (pelo menos eu sinto-me todos os dias um bocadinho mais autónoma, a perder a ser dores ao levantar/sentar!).
Nesta fase tudo me preocupa mais do que o meu peso! Mas há sempre aquela curiosidade, e desde que fique com bom aspeto, os números serão secundários :)
E as principais preocupações são os pesos das bebés- estão a engordar? Comem bem? Neste departamento temos tido as nossas chatices com ambas as bebes. A M. porque nasceu com baixo peso... e porque não sente necessidade de se alimentar (embora com a sonda esteja num circuito de peso ascendente, já tendo ultrapassado o peso do nascimento!).
A C. é muito preguiçosa de comer!! Para além de andar no perde-ganhas, ainda está longe do peso de nascimento... estamos neste momento com um plano de engorda, e no sábado está bebe tem que pesar mais 80 gramas pelo menos... se não também já temos ameaça de sonda... e era o que me fltava ficar sem as minhas duas bebes.
Mais vale sedarem-me....
Enfim.
E o peso da mãe??
Sim, este assunto que tanto me intrigou na gravidez!!
Vamos a contas!
No início da gravidez pesava 57kg. Engordei um total de 16kg na gravidez, chegando aos 73kg na consulta que tive 5 dias antes do parto.
Quando sai da maternidade (5 dias de internamento) pesava 61,9kg - uma perda de 11kg.
Agora só o tempo dirá! É estranho sentir a barriga mole, e meia sem definição! Mas estou muito satisfeita com o aspeto geral da coisa até agora!... a cicatriz ficou bem perfeitinha (segundo me parece para já que ainda estou um pouco inchada), e a barriga está sem estrias, a ir todos os dias um bocadinho ao sítio (pelo menos eu sinto-me todos os dias um bocadinho mais autónoma, a perder a ser dores ao levantar/sentar!).
Nesta fase tudo me preocupa mais do que o meu peso! Mas há sempre aquela curiosidade, e desde que fique com bom aspeto, os números serão secundários :)
Pensamento...
Já não bastava a infertilidade, ainda tenho que lidar com um bebé internado na UCIN??
E outro bebe em casa.
Sinto sempre que não estou em lado nenhum, e que ambas me têm a correr.
Nas horas que estou na maternidade sou só para a M. Mas o ambiente é muito controlado, há os fios para tomar conta, a temperatura da bebe, a sua alimentação,... o espaço/tempo para mimos é pouco e muitas vezes interrompido pelo staff... (atenção não me estou a queixar!! A M. tem as melhores "tias" a cuidar de si!!)
A C. basicamente tem-me durante a noite (que divido com o pai). De resto entre tratar de papeladas, comer e descansar um pouco, o tempo passa e eu chego ao fim do dia e não sei o que fiz...
Estou muito muito grata pelo apoio que família e amigos nos têm dado (avós, bisavó, tios e primos!). Sem eles não seria possível fazer 1/3 daquilo que fazemos.
Cada dia que passa, é menos um dia destes complicados. Fé (e muitos biberões!).
E outro bebe em casa.
Sinto sempre que não estou em lado nenhum, e que ambas me têm a correr.
Nas horas que estou na maternidade sou só para a M. Mas o ambiente é muito controlado, há os fios para tomar conta, a temperatura da bebe, a sua alimentação,... o espaço/tempo para mimos é pouco e muitas vezes interrompido pelo staff... (atenção não me estou a queixar!! A M. tem as melhores "tias" a cuidar de si!!)
A C. basicamente tem-me durante a noite (que divido com o pai). De resto entre tratar de papeladas, comer e descansar um pouco, o tempo passa e eu chego ao fim do dia e não sei o que fiz...
Estou muito muito grata pelo apoio que família e amigos nos têm dado (avós, bisavó, tios e primos!). Sem eles não seria possível fazer 1/3 daquilo que fazemos.
Cada dia que passa, é menos um dia destes complicados. Fé (e muitos biberões!).
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